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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

BM&FBovespa oferece curso de educação financeira gratuita em São Paulo e outros Estados.

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Se você tem interesse em melhorar suas finanças pessoais, a BM&FBovespa pode dar uma ajuda.

A bolsa irá oferecer no final deste mês de setembro cursos gratuitos de educação financeira em São Paulo, São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro e Fortaleza.

No curso, batizado de Educar Master, os alunos terão noções de educação financeira para planejar a aposentadoria, receberão informações sobre juros e inflação, além de dicas para administrar o dinheiro e formar patrimônio.

Desde que surgiu, em 2006, cerca de 168 mil pessoas já fizeram o Educar.

Para quem dispõe de pouco tempo, há uma opção de curso virtual, que trata mais especificamente do mercado de ações.

A duração é de 14 horas, divididas em dois módulos: finanças pessoais e como investir em ações.

As inscrições devem ser feitas pelo site da Bovespa . Confira o calendário abaixo:

Cursos gratuitos de educação financeira
Cidade Data Endereço
São Paulo 17 e 21 de setembro, das 9h às 16h Rua XV de Novembro, 275
São José dos Campos 28 de setembro, das 10h às 17h Rua Presidente Bernandes, 73 (Comfort Hotel)
Rio de Janeiro 19 e 20 de setembro, das 18h30 às 22h Rua do Mercado, 11
Fortaleza 26 e 27 de setembro, das 18h30 às 22h Av. Almirante Barroso, 1030 (Maredomus Hotel)
Fonte: BM&FBovespa

Presidenta Dilma relata em NY que crise afeta mais mulheres.

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Pobreza, analfabetismo, falhas do sistema de saúde, conflitos e violência sexual atingem mais as mulheres, que também têm salários mais baixos e presença reduzida nas instâncias de poder.

E a situação pode se agravar com a crise, disse Dilma em Nova York, durante evento promovido pela ONU Mulher.

"Apesar de alguns avanços notáveis, a desigualdade permanece em pleno século 21. São as mulheres que mais sofrem com a pobreza extrema, com o analfabetismo, com as falhas do sistema de saúde, com os conflitos e com a violência sexual.

Em geral, as mulheres recebem salários menores pela mesma atividade profissional e têm presença reduzida nas principais instâncias decisórias", disse Dilma durante o Colóquio de Alto Nível sobre a Participação Política de Mulheres, diálogo promovido pela ONU Mulher, agência das Nações Unidas dedicada à mulher.

"A crise econômica e as respostas equivocadas a ela podem agravar esse cenário, intensificando a feminização de pobreza", destacou a presidenta. Por isso, combater as consequências e também as causas da crise é essencial para o empoderamento das mulheres", ressaltou a presidenta.

Dilma enfatizou que seu governo tem se esforçado para mudar o cenário de desvantagem da mulher no Brasil. "Tenho me esforçado para ampliar a participação feminina nos espaços decisórios. Dez ministérios do meu governo são comandados por mulheres.

Em especial, quero enfatizar que o núcleo central do meu governo é constituído por mulheres ministras.

O Brasil criou, em nível ministerial, a Secretaria de Políticas para Mulheres, cujo objetivo é incorporar a perspectiva de gênero em todas as políticas públicas", destacou a presidenta.

Ela reconheceu, no entanto, que ainda há muito o que fazer para o país chegar a uma situação igualitária entre homens e mulheres nas instâncias de poder.

"Fui eleita presidenta do Brasil 121 anos depois da proclamação da República e 78 anos depois da conquista do voto feminino. Somos 52% dos eleitores, mas apenas 10% do Congresso Nacional", disse a presidenta.

domingo, 11 de setembro de 2011

Investimento para pessoas jovens, saiba o que há de melhor e rentabilidade.

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Dias atrás fui ao lançamento do mais recente livro de Gustavo Cerbasi em parceria com Christian Barbosa – Mais Tempo, Mais Dinheiro.

Antes do coquetel e dos autógrafos, rolou um debate entre os autores. Na conversa, Cerbasi falou algo que me chamou muito a atenção.

Ele comentou que nós, jovens, podemos não ter dinheiro para começar a poupar hoje, para nosso plano de independência financeira.

Poxa, a gente ganha pouco, né? Salário de início de carreira (isso sem falar de estágio!)… Às vezes a melhor opção não é já sair investindo em tudo quanto é lugar.

“Se você é jovem, invista em você, na sua educação, para aumentar sua

empregabilidade”. Foi o que ele disse. E é perfeito, cara. O maior e melhor investimento que você faz é no conhecimento.

De quê adianta iniciar sua poupança agora e não continuar estudando para conseguir sair do emprego onde você ganha R$ 600?

Claro, poupar é sempre importante, não importa qual é o seu salário (até porque, quando fui para os EUA, eu ganhava R$ 600 por mês e consegui pagar todo o meu intercâmbio com essa grana, só com minha humilde poupancinha, sem meus pais ajudarem em R$ 1 (não porque eles não quisessem, mas pq não tinham condições mesmo).

“O diploma é um patrimônio que ninguém vai conseguir tirar de você”, acrescentou Cerbasi e eu assino embaixo.


Eu super acredito qualquer um pode poupar, independente da idade ou do salário.

Qualquer R$ 100 que você ganha fazendo faxina na casa de uma tia já vale começar a se exercitar nessa brincadeira de poupança. Só que você não vai querer ficar ganhando isso o resto da vida, né? Para sair dessa, só estudando.

Se você é jovem, seja paciente e tenha em mente que educação é um baita investimento rentável. Conforme vai passando o tempo, vai aumentando o salário e a proporção das reservas financeiras.

Ah, quando falamos em educação, também entra a educação financeira, viu? Compre livros, leia os meus blogs, estude e entenda tudo o que envolverá seu dinheiro para não ser enganado e conseguir fazer sempre as escolhas certas.
Já pra quem tem mais idade…

Para aqueles que viveram algumas primaveras a mais, o plano de independência financeira também está de pé.

Mas, segundo Cerbasi, será preciso uma dedicação um pouco maior, para conseguir obter retornos mais elevados nos investimentos – e isso só é possível quando se conhece bastante o mercado e se está atento a todas suas movimentações e novidades.

Alguns exemplos são o mercado de imóves, de automóveis de leilão, de obras de arte etc. Ainda bem que nunca é tarde para começar a poupar e investir.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Economia: Bovespa segue cautela na Europa e cai abaixo de 55 mil.

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O medo de uma crise mais profunda na Europa contaminou a bolsa brasileira nesta segunda-feira, em um dia de volume reduzido por causa do feriado no mercado norte-americano.

O Ibovespa recuou 2,71 por cento a 54.998 pontos. O giro financeiro do pregão foi de 3,3 bilhões de reais, menos da metade da média de 6,56 bilhões de reais no ano por causa do feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos.

Com a forte queda, a segunda consecutiva, o Ibovespa já anulou boa parte da alta de quase 10 por cento das cinco sessões anteriores, quando a expectativa --posteriormente confirmada-- de um corte dos juros no Brasil estimulou ações de construtoras, varejistas e bancos.

Na opinião da chefe da área de gestão de fortunas da corretora Mirae Securities, Luciana Pazos, a queda desta sessão pode ter sido apenas uma realização de lucros após a forte alta da semana passada, mas é preciso aguardar a abertura do mercado norte-americano na terça-feira para ter mais segurança.

"A gente sabe que a bolsa brasileira é uma das mais baratas do mundo", afirmou Pazos.

"Mas, enquanto a gente tiver esse cenário tão ruim lá fora, é difícil apostar em uma recuperação aqui", concluiu.

O principal índice das ações europeias caiu mais de 4 por cento nesta segunda em meio à falta de progresso nas negociações entre Grécia, União Europeia (UE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) para o desembolso da próxima parcela da ajuda a Atenas.

Os outros pontos de tensão são Itália, onde o mercado desconfia cada vez mais da capacidade do governo de implementar as reformas fiscais, e a Alemanha, onde o partido da chanceler Angela Merkel demonstrou ter menor apoio popular ao perder votos em uma eleição regional no fim de semana.

Fonte: SÃO PAULO (Reuters).



Economia: Bovespa segue cautela na Europa e cai abaixo de 55 mil.

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O medo de uma crise mais profunda na Europa contaminou a bolsa brasileira nesta segunda-feira, em um dia de volume reduzido por causa do feriado no mercado norte-americano.

O Ibovespa recuou 2,71 por cento a 54.998 pontos. O giro financeiro do pregão foi de 3,3 bilhões de reais, menos da metade da média de 6,56 bilhões de reais no ano por causa do feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos.

Com a forte queda, a segunda consecutiva, o Ibovespa já anulou boa parte da alta de quase 10 por cento das cinco sessões anteriores, quando a expectativa --posteriormente confirmada-- de um corte dos juros no Brasil estimulou ações de construtoras, varejistas e bancos.

Na opinião da chefe da área de gestão de fortunas da corretora Mirae Securities, Luciana Pazos, a queda desta sessão pode ter sido apenas uma realização de lucros após a forte alta da semana passada, mas é preciso aguardar a abertura do mercado norte-americano na terça-feira para ter mais segurança.

"A gente sabe que a bolsa brasileira é uma das mais baratas do mundo", afirmou Pazos.

"Mas, enquanto a gente tiver esse cenário tão ruim lá fora, é difícil apostar em uma recuperação aqui", concluiu.

O principal índice das ações europeias caiu mais de 4 por cento nesta segunda em meio à falta de progresso nas negociações entre Grécia, União Europeia (UE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) para o desembolso da próxima parcela da ajuda a Atenas.

Os outros pontos de tensão são Itália, onde o mercado desconfia cada vez mais da capacidade do governo de implementar as reformas fiscais, e a Alemanha, onde o partido da chanceler Angela Merkel demonstrou ter menor apoio popular ao perder votos em uma eleição regional no fim de semana.

Fonte: SÃO PAULO (Reuters).