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sábado, 8 de outubro de 2011

Consenso de que os bancos europeus precisam de mais capital, bem acima de 100 bilhões de euros.

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Há um consenso de que os bancos europeus precisam de mais capital, bem acima de 100 bilhões de euros, e ele provavelmente virá de uma variedade de fontes, incluindo o fundo de resgate da zona do euro, disse o Ministro das Finanças da Irlanda, no sábado.

Alemanha e França estão divididas antes das conversações importantes de domingo, sobre como fortalecer os instáveis bancos europeus.

Paris está ansiosa para recorrer aos 400 bilhões do fundo de resgate da zona do euro, o EFSF, para recapitalizar seus próprios bancos e Berlim insiste que o fundo deve ser utilizado como último recurso.

O FMI já disse que os bancos europeus precisam de fundos adicionais de 200 bilhões de euros.

"Acho que há um consenso de que ele será bem acima de 100 bilhões de euros," disse aos repórteres, Michael Noonan, do lado de fora de um fórum econômico em Dublin.

"Sei que alguns dos grandes bancos alemães, com quem eu estava falando pessoalmente, pretendem levantar dinheiro no mercado, portanto serão financiamentos privados.

Outros bancos gostariam de se beneficiar do fundo EFSF. Outros bancos vão contar com seus governos, para fornecer o capital, portanto vai haver uma série da maneiras de fazê-lo."

"Acho que o princípio deveria ser que os governos são responsáveis pelo seu sistema bancário, de acordo com o Conselho do Banco Central Europeu."

"Se os bancos não conseguem se capitalizar, seja emitindo recursos financeiros para o mercado ou obtendo fundos do tesouro nacional, então, obviamente, eles teriam a opção de requisitar o financiamento do EFSF.

Quando nós recapitalizamos os nossos bancos, escolhemos o EFSF."

Noonan disse que os recentes rebaixamentos de crédito da Espanha e Itália refletiam a frustração no fracasso da Europa em resolver a longa crise da divida soberana.

"Certamente há uma certa impaciência para que a Europa resolva os problemas da zona do euro e para que ela o faça muito rapidamente", disse ele.

Os bancos da Irlanda estavam no pior momento da sua crise financeira e socorros subsequentes da UE e do FMI e mais cedo esse ano Dublin apresentou uma conta de 70 bilhões de euros para recapitalizar seus credores.

No momento, Noonan está procurando meios para tentar reestruturar quase 31 bilhões de euros em notas promissórias, uma forma de vale ou acordo escrito, usadas para recapitalizar os credores do Anglo Irish Bank e Irish Nationwide Building Society.

Os vales têm juros de 17 bilhões de euros, divididos ao longo de um período de 20 anos e Noonam gostaria de recorrer ao EFSF para pagar o restante da dívida, quase 44 bilhões de euros e depois pagar o dinheiro ao EFSF em um período mais longo, com taxas de juros mais baixas.


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Bovespa e seu modo de lidar no mercado financeiro.

Botão compacto
Em um dia marcado pela forte volatilidade, o Ibovespa contrariou as direções das principais bolsas internacionais e encerrou o dia em alta de 2,90%, atingindo mínima aos 54.121 pontos e máxima de 56.676 pontos, totalizando um volume financeiro de R$ 6,04 bilhões.

A espera pela divulgação do livro Bege e de uma agenda carregada de indicadores referentes a empregos e empréstimos hipotecários nos EUA previstos para amanhã (07/09), o índice brasileiro saiu da lona e recuperou as perdas registradas no dia anterior.

A publicação do ISM de serviços referentes ao mês de agosto do mercado americano acima das expectativas, ofuscou a divulgação do aumento da inflação no mercado doméstico e as preocupações quanto ao andamento das negociações das medidas de austeridades na Itália, renovando temporariamente o ânimo dos investidores quanto à situação da economia americana e provocando a valorização do mercado acionário do Brasil.

As principais blue chips da bolsa Vale PN e Petrobrás PN, encerraram o dia na direção oposta das cotações das principais commodities nos mercados internacionais, apresentando forte alta de 2,46% e 2,19% respectivamente.

Fluxo Bovespa

Os investidores estrangeiros ingressaram no dia 02 de setembro, sexta-feira, R$ 586,96 milhões na Bovespa, quando o índice fechou em queda de 2,73%. Neste mês, o saldo dos investimentos estrangeiros está positivo em 586,96 milhões na Bovespa. Já no acumulado do ano, após este ingresso, os investimentos estrangeiros alcançaram superávit de R$ 476,49 milhões. Já os investidores Pessoa Física ingressaram R$ 88,24 milhões na Bovespa no dia 02 de setembro. No mês de setembro, o saldo dos investimentos de pessoas físicas apresentam déficit de R$ 530,17 milhões na Bovespa. No acumulado do ano, o saldo de pessoa apresenta déficit de 5.765 bilhões.

Mercados Hoje

Mercado local deverá se ajustar das fortes altas ocorridas ontem nos mercados internacionais, e bastante influenciados pelos diversos eventos, dados e discursos econômicos. Localmente os investidores reagirão também a ATA da última decisão do Banco Central, que surpreendentemente reduziu os juros em 0,5 pp para 12%. Após o encerramento dos mercados é esperado o discurso do Obama sobre empregos, e também os dados sobre inflação e atividade na China, ambos com efeitos sobre o nosso mercado amanhã.

Banco do Brasil e Setor Financeiro – De acordo com o jornal "Valor Econômico", o Banco Central criticou a decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de investigar os contratos de exclusividade na concessão de crédito consignado oferecidos pelos bancos. De acordo com o procurador-geral do Banco Central, Isaac Sidney Menezes Ferreira, o Judiciário já definiu que a competência para a análise de fusões bancárias é do Banco Central e não do Cade, se referindo ao julgamento da compra do BCN pelo Bradesco em agosto de 2010, quando o Superior Tribunal da Justiça priorizou a visão do BC. Já o procurador-geral do Cade, Gilvrando Araújo, acredita que os órgãos são complementares, defendendo uma aproximação com o BC.

A afirmação do procurador-geral do BC é uma resposta ao processo do Cade contra o Banco do Brasil no último dia 31/08, quando o órgão anti-truste condenou a cláusula de exclusividade entre o Banco do Brasil e funcionários públicos, presente nos contratos de crédito consignado com prefeituras e governos estaduais. Apesar da notícia ser de cunho informativo, a mesma tem impacto marginalmente positivo sobre as ações do Banco do Brasil, ao passo que o BC estaria sendo contra a decisão do CADE sobre a cláusula de exclusividade.

CSN e Usiminas – De acordo com notícia vinculada ao jornal O Estado de S. Paulo, após ter adquirido 15,15% das ações preferências e mais 11,29% das ações ordinárias da Usiminas, Benjamin Steinbruch, dono da CSN, teria realizado uma oferta, semanas atrás, para obter os 26% da companhia detidos pela Camargo Corrêa e Votorantim – os valores não foram informados. De acordo com o jornal, tanto a Camargo Corrêa quanto a Votorantim ainda não definiram se vão levar adiante a negociação, mas notificaram a Nippon Steel, integrante do bloco de controle da companhia (com 27,8% das ações) e que teria preferência na compra da participação de outros controladores, sobre o interesse da CSN. Nippon seria contra a entrada da CSN (tentaram até um entendimento com o grupo Gerdau, mas que não foi adiante), em função de desentendimentos no caso da Namisa, onde a CSN era parceira do grupo japonês. Porém o imbróglio é ainda mais complexo; o governo brasileiro já interferiu uma vez (via BNDES, integrante do bloco e controle da CSN) sobre a participação que a Nippon adquiriu da Vale em 2009, quando forçou a venda de parte dessa participação justamente para Camargo Corrêa e Votorantim, ou seja, mesmo com o direito de preferência de compra o governo pode novamente intervir na operação. Nada está definido até o presente momento, porém a notícia é positiva para as ações da Usiminas, ao passo que uma outra companhia do setor tem a percepção de que os ativos da Usiminas estão relativamente baratos e tenta adentrar em seu bloco de controle.

Marfrig – Em um artigo publicado no jornal "Valor Econômico", o diretor de marketing da companhia, Antonio Zambelli, informou que pretende ampliar a participação de produtos industrializados no mix de vendas da Marfrig ainda em 2011 com o objetivo de acompanhar a tendência de crescimento no mercado de alimentos congelados, o qual, segundo o executivo, apresentou um crescimento de 40% nos últimos doze meses. De acordo com Zambelli, a Marfrig deverá lançar até o final de setembro uma nova linha de hambúrgueres congelados de 200 gramas, denominado "Mega Hit Yankee Burger", pelo qual terá como foco um público-alvo formado por adolescentes e adultos com até 35 anos. A notícia é marginalmente positiva para as ações da companhia, a medida que reforçam a atuação da empresa no segmento de produtos industrializados, da qual correspondeu por aproximadamente 50% do faturamento da Marfrig em 2010 (R$ 2,6 bilhões) e uma participação de 50,4% na receita de vendas das operações no Brasil no 2T11, grande parte explicado pela sinergia trazida pela integração das marcas "Keystone Foods"e "O´Kane Poultry" no período.

OGX – Segundo a Agência Estado, o Ibama emitiu, nesta quarta-feira (6/9), a licença prévia para a produção de petróleo no campo de Waimea, na Bacia de Campos, e a realização do Teste de Longa Duração (TLD) pela OGX. De acordo com o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), o volume recuperável é de aproximadamente 14 milhões de metros cúbicos do óleo, gerando uma produção diária de 40 mil barris por dia com início previsto para 2012. A companhia agora deve cumprir as condições estipuladas na licença prévia para adquirir a licença definitiva, autorizando o início das atividades no campo. A notícia é marginalmente positiva para os ativos da companhia.

Setor de Alimentos – De acordo com um relatório publicado pela Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (Abiec) do qual o jornal Valor Econômico teve o acesso, o volume de carne bovina exportada pelo Brasil apresentou uma forte queda 23,7% no mês de agosto em comparação com o mesmo período do ano passado. Os principais motivos apontados pelo estudo para a retração das vendas em agosto foi a redução na demanda dos principais países compradores do produto, como Egito, Rússia e Irã, dos quais apresentaram uma queda no volume importado de 48,62% , 32,26% e 24,9% respectivamente se comparado a agosto/2010.

Segundo o diretor executivo da Abiec, Fernando Sampaio, o período do Ramadã nos países muçulmanos e os embargos russos à carne brasileira foram os principais responsáveis pela desaceleração do volume exportado da carne bovina brasileira em agosto desse ano. A notícia é marginalmente negativa para as empresas do setor, porém acreditamos que o conteúdo da notícia já foi precificado nas cotações dos papéis das companhias.

Bovespa e seu modo de lidar no mercado financeiro.

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Em um dia marcado pela forte volatilidade, o Ibovespa contrariou as direções das principais bolsas internacionais e encerrou o dia em alta de 2,90%, atingindo mínima aos 54.121 pontos e máxima de 56.676 pontos, totalizando um volume financeiro de R$ 6,04 bilhões.

A espera pela divulgação do livro Bege e de uma agenda carregada de indicadores referentes a empregos e empréstimos hipotecários nos EUA previstos para amanhã (07/09), o índice brasileiro saiu da lona e recuperou as perdas registradas no dia anterior.

A publicação do ISM de serviços referentes ao mês de agosto do mercado americano acima das expectativas, ofuscou a divulgação do aumento da inflação no mercado doméstico e as preocupações quanto ao andamento das negociações das medidas de austeridades na Itália, renovando temporariamente o ânimo dos investidores quanto à situação da economia americana e provocando a valorização do mercado acionário do Brasil.

As principais blue chips da bolsa Vale PN e Petrobrás PN, encerraram o dia na direção oposta das cotações das principais commodities nos mercados internacionais, apresentando forte alta de 2,46% e 2,19% respectivamente.

Fluxo Bovespa

Os investidores estrangeiros ingressaram no dia 02 de setembro, sexta-feira, R$ 586,96 milhões na Bovespa, quando o índice fechou em queda de 2,73%. Neste mês, o saldo dos investimentos estrangeiros está positivo em 586,96 milhões na Bovespa. Já no acumulado do ano, após este ingresso, os investimentos estrangeiros alcançaram superávit de R$ 476,49 milhões. Já os investidores Pessoa Física ingressaram R$ 88,24 milhões na Bovespa no dia 02 de setembro. No mês de setembro, o saldo dos investimentos de pessoas físicas apresentam déficit de R$ 530,17 milhões na Bovespa. No acumulado do ano, o saldo de pessoa apresenta déficit de 5.765 bilhões.

Mercados Hoje

Mercado local deverá se ajustar das fortes altas ocorridas ontem nos mercados internacionais, e bastante influenciados pelos diversos eventos, dados e discursos econômicos. Localmente os investidores reagirão também a ATA da última decisão do Banco Central, que surpreendentemente reduziu os juros em 0,5 pp para 12%. Após o encerramento dos mercados é esperado o discurso do Obama sobre empregos, e também os dados sobre inflação e atividade na China, ambos com efeitos sobre o nosso mercado amanhã.

Banco do Brasil e Setor Financeiro – De acordo com o jornal "Valor Econômico", o Banco Central criticou a decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de investigar os contratos de exclusividade na concessão de crédito consignado oferecidos pelos bancos. De acordo com o procurador-geral do Banco Central, Isaac Sidney Menezes Ferreira, o Judiciário já definiu que a competência para a análise de fusões bancárias é do Banco Central e não do Cade, se referindo ao julgamento da compra do BCN pelo Bradesco em agosto de 2010, quando o Superior Tribunal da Justiça priorizou a visão do BC. Já o procurador-geral do Cade, Gilvrando Araújo, acredita que os órgãos são complementares, defendendo uma aproximação com o BC.

A afirmação do procurador-geral do BC é uma resposta ao processo do Cade contra o Banco do Brasil no último dia 31/08, quando o órgão anti-truste condenou a cláusula de exclusividade entre o Banco do Brasil e funcionários públicos, presente nos contratos de crédito consignado com prefeituras e governos estaduais. Apesar da notícia ser de cunho informativo, a mesma tem impacto marginalmente positivo sobre as ações do Banco do Brasil, ao passo que o BC estaria sendo contra a decisão do CADE sobre a cláusula de exclusividade.

CSN e Usiminas – De acordo com notícia vinculada ao jornal O Estado de S. Paulo, após ter adquirido 15,15% das ações preferências e mais 11,29% das ações ordinárias da Usiminas, Benjamin Steinbruch, dono da CSN, teria realizado uma oferta, semanas atrás, para obter os 26% da companhia detidos pela Camargo Corrêa e Votorantim – os valores não foram informados. De acordo com o jornal, tanto a Camargo Corrêa quanto a Votorantim ainda não definiram se vão levar adiante a negociação, mas notificaram a Nippon Steel, integrante do bloco de controle da companhia (com 27,8% das ações) e que teria preferência na compra da participação de outros controladores, sobre o interesse da CSN. Nippon seria contra a entrada da CSN (tentaram até um entendimento com o grupo Gerdau, mas que não foi adiante), em função de desentendimentos no caso da Namisa, onde a CSN era parceira do grupo japonês. Porém o imbróglio é ainda mais complexo; o governo brasileiro já interferiu uma vez (via BNDES, integrante do bloco e controle da CSN) sobre a participação que a Nippon adquiriu da Vale em 2009, quando forçou a venda de parte dessa participação justamente para Camargo Corrêa e Votorantim, ou seja, mesmo com o direito de preferência de compra o governo pode novamente intervir na operação. Nada está definido até o presente momento, porém a notícia é positiva para as ações da Usiminas, ao passo que uma outra companhia do setor tem a percepção de que os ativos da Usiminas estão relativamente baratos e tenta adentrar em seu bloco de controle.

Marfrig – Em um artigo publicado no jornal "Valor Econômico", o diretor de marketing da companhia, Antonio Zambelli, informou que pretende ampliar a participação de produtos industrializados no mix de vendas da Marfrig ainda em 2011 com o objetivo de acompanhar a tendência de crescimento no mercado de alimentos congelados, o qual, segundo o executivo, apresentou um crescimento de 40% nos últimos doze meses. De acordo com Zambelli, a Marfrig deverá lançar até o final de setembro uma nova linha de hambúrgueres congelados de 200 gramas, denominado "Mega Hit Yankee Burger", pelo qual terá como foco um público-alvo formado por adolescentes e adultos com até 35 anos. A notícia é marginalmente positiva para as ações da companhia, a medida que reforçam a atuação da empresa no segmento de produtos industrializados, da qual correspondeu por aproximadamente 50% do faturamento da Marfrig em 2010 (R$ 2,6 bilhões) e uma participação de 50,4% na receita de vendas das operações no Brasil no 2T11, grande parte explicado pela sinergia trazida pela integração das marcas "Keystone Foods"e "O´Kane Poultry" no período.

OGX – Segundo a Agência Estado, o Ibama emitiu, nesta quarta-feira (6/9), a licença prévia para a produção de petróleo no campo de Waimea, na Bacia de Campos, e a realização do Teste de Longa Duração (TLD) pela OGX. De acordo com o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), o volume recuperável é de aproximadamente 14 milhões de metros cúbicos do óleo, gerando uma produção diária de 40 mil barris por dia com início previsto para 2012. A companhia agora deve cumprir as condições estipuladas na licença prévia para adquirir a licença definitiva, autorizando o início das atividades no campo. A notícia é marginalmente positiva para os ativos da companhia.

Setor de Alimentos – De acordo com um relatório publicado pela Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (Abiec) do qual o jornal Valor Econômico teve o acesso, o volume de carne bovina exportada pelo Brasil apresentou uma forte queda 23,7% no mês de agosto em comparação com o mesmo período do ano passado. Os principais motivos apontados pelo estudo para a retração das vendas em agosto foi a redução na demanda dos principais países compradores do produto, como Egito, Rússia e Irã, dos quais apresentaram uma queda no volume importado de 48,62% , 32,26% e 24,9% respectivamente se comparado a agosto/2010.

Segundo o diretor executivo da Abiec, Fernando Sampaio, o período do Ramadã nos países muçulmanos e os embargos russos à carne brasileira foram os principais responsáveis pela desaceleração do volume exportado da carne bovina brasileira em agosto desse ano. A notícia é marginalmente negativa para as empresas do setor, porém acreditamos que o conteúdo da notícia já foi precificado nas cotações dos papéis das companhias.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Explicamos como esta a Taxa Selic e o lobby dos juros altos no Brasil.

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Para os caros leitores do site Economia Nacional e Mundial, o artigo de hoje irá tratar de um assunto bastante polêmico: os juros altos no Brasil e a quem eles interessam.

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM), para surpresa de boa parte dos analistas e mídia especializada, a taxa básica de juros (também conhecida como Taxa Selic) foi reduzida em 0,50 ponto percentual, saindo de 12,5% para 12% ao ano.

A surpresa geral se deu pelo discurso tradicional de que a inflação está fora do centro da meta – a visão era a de que a manutenção dos juros mais altos seria indispensável para que os preços pudessem recuar.

O discurso do mercado seguiu feroz, especialmente no sentido de considerar a baixa dos juros como interferência da equipe econômica do governo na chamada independência do Banco Central.

Hiperinflação: uma década de dificuldade.

Convido você a rever um pouco da história dos juros e da inflação. Todo brasileiro com pouco mais de 30 anos deve se recordar de um dos períodos mais tristes de nossa história.

A década de 80 e seus diversos planos econômicos podem ser traduzidos como um período de hiperinflação, desemprego e falta de esperanças. O Brasil era refém dos altos preços e da pouca competitividade de sua indústria.

Em 27 de fevereiro de 1994, com a publicação no Diário Oficial da medida provisória número 434 - MP 434/94 -, teve inicio o Plano Real, um marco divisor desse triste período e um dos alicerces mais importantes para a caminhada rumo à estabilização econômica.

Metas de inflação, o poder supremo do Banco Central.

Em Junho de 1999, após um período de crises financeiras, o Brasil adotou o regime de metas de inflação como forma de ancorar a subida dos preços, tendo o Banco Central a responsabilidade de conduzir todos os esforços (monetários e fiscais) para cumprir tais metas.

Os anos foram passando e a inflação foi, na maior parte das vezes, obedecendo ora o topo da meta de inflação definida para o período, ora o centro da meta.

De 1994 para cá, a taxa de juros no Brasil atingiu, em seu pico, inacreditáveis 45% ao ano. É verdade que, se observado o gráfico de todo o período, saímos de números expressivos para uma queda também significativa.

Brasil, a maior taxa de juros do mundo.

A queda na Taxa Selic é importante, mas tem que sinalizar uma tendência de baixa. A grande pergunta (e o ponto principal desse artigo) que fica é: há necessidade de juros tão altos? Ou ainda: quais os reais motivos que nos fazem o país com maior taxa de juros do mundo?

Mesmo após a contenção da inflação, o Brasil passou por alguns períodos de pico inflacionário. As commodities aumentavam de preços, os serviços ficavam mais caros e a primeira ação era o aumento das taxas de juros para conter o consumo e esfriar a economia. Parece que os juros são a única arma para “segurar” a economia. Será?

Durante esse tempo, o discurso era de que esse expediente se justificava porque o país tinha problemas de infraestrutura – e por isso nossos produtos e serviços eram caros, mesmo sem ter grande qualidade.

O que dizer dos crescentes gastos com a máquina pública, razão também de grande influência na economia?

Com o passar dos anos, a realidade dos juros altos presenteou muitos investidores com altas taxas de retorno sobre seus investimentos em renda fixa, especialmente nos títulos públicos. Do lado do país, presenciamos a dívida pública crescer cada vez mais, o que, aos poucos, foi se tornando um dos nossos grandes problemas.

A independência do Banco Central e os oito anos de Henrique Meirelles.

Durante os dois mandatos do Presidente Lula, quando o engenheiro civil Henrique Meirelles esteve à frente do Banco Central, a política econômica seguiu a linha do expediente conservador, ou seja, cada solavanco inflacionário vinha acompanhado de uma martelada de juros.

Mas, se os nossos juros já eram os maiores do mundo, por que a necessidade de aumentá-los ainda mais? Ficava claro que o remédio dos juros atacava o efeito e não a verdadeira causa do problema.

O mais triste é que ninguém parecia disposto a enfrentar, de fato, os verdadeiros problemas, mesmo sendo as soluções de conhecimento geral.

O artigo "Por que taxa de juros tão alta e um crescimento tão baixo?", do Prof. Vladimir K. Teles, é muito interessante. Se compararmos os países que cresceram tanto ou mais do que o Brasil nos últimos anos, vamos nos surpreender ainda mais.

O discurso dos economistas (ou seriam “mercadistas”?) perde ainda mais o sentido:

  • A China, por exemplo, está com os juros em 4,9% ao ano e o crescimento médio do PIB chinês nos últimos anos ficou próximo de 10%. Mas a China é um caso a parte, dirão muitos;
  • Outro bom exemplo, a Coréia do Sul tem taxa de juros de 3,25% ao ano;
  • Mesmo Cingapura, que possui dados pouco confiáveis, tem taxa de juros de 6% ao ano.

O lobby dos juros altos.

O que parece existir é culto à política de juros altos, quando ela não garante, de forma inteligente e sustentável, inflação baixa.

A necessidade de manutenção efetiva de controle dos gastos públicos e as reformas fiscal e tributária, itens que poderiam nos colocar em outro patamar, são decisões adiadas e que não surgem na pauta econômica do país.

Esse discurso, ou lobby para que os juros se mantenham altos, não se justifica mais. Desde 1998, o país apresenta sucessivos superávits primários (atualmente conseguimos economizar 4% do PIB para pagamento dos juros da dívida), mas mesmo com toda essa economia os juros (da dívida) continuam sendo enormes e a dívida pública chega a patamares alarmantes.

O fato é que o governo precisa conter despesas e gastar melhor. Nós, cidadãos, precisamos encarar a realidade de que os juros altos são vilões tão danosos para o crescimento e desenvolvimento sustentável da nação quanto a inflação. O Brasil não pode mais concordar em ser o país com maior taxa de juros do mundo.

É hora de mudar e encontrar o verdadeiro equilíbrio entre o necessário crescimento e a inflação, mas com decisões duras, talvez impopulares e de longo prazo.

Para usar um jargão bem batido, será que haverá “vontade política” para fazer o que é preciso?


Explicamos como esta a Taxa Selic e o lobby dos juros altos no Brasil.

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Para os caros leitores do site Economia Nacional e Mundial, o artigo de hoje irá tratar de um assunto bastante polêmico: os juros altos no Brasil e a quem eles interessam.

Na última reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM), para surpresa de boa parte dos analistas e mídia especializada, a taxa básica de juros (também conhecida como Taxa Selic) foi reduzida em 0,50 ponto percentual, saindo de 12,5% para 12% ao ano.

A surpresa geral se deu pelo discurso tradicional de que a inflação está fora do centro da meta – a visão era a de que a manutenção dos juros mais altos seria indispensável para que os preços pudessem recuar.

O discurso do mercado seguiu feroz, especialmente no sentido de considerar a baixa dos juros como interferência da equipe econômica do governo na chamada independência do Banco Central.

Hiperinflação: uma década de dificuldade.

Convido você a rever um pouco da história dos juros e da inflação. Todo brasileiro com pouco mais de 30 anos deve se recordar de um dos períodos mais tristes de nossa história.

A década de 80 e seus diversos planos econômicos podem ser traduzidos como um período de hiperinflação, desemprego e falta de esperanças. O Brasil era refém dos altos preços e da pouca competitividade de sua indústria.

Em 27 de fevereiro de 1994, com a publicação no Diário Oficial da medida provisória número 434 - MP 434/94 -, teve inicio o Plano Real, um marco divisor desse triste período e um dos alicerces mais importantes para a caminhada rumo à estabilização econômica.

Metas de inflação, o poder supremo do Banco Central.

Em Junho de 1999, após um período de crises financeiras, o Brasil adotou o regime de metas de inflação como forma de ancorar a subida dos preços, tendo o Banco Central a responsabilidade de conduzir todos os esforços (monetários e fiscais) para cumprir tais metas.

Os anos foram passando e a inflação foi, na maior parte das vezes, obedecendo ora o topo da meta de inflação definida para o período, ora o centro da meta.

De 1994 para cá, a taxa de juros no Brasil atingiu, em seu pico, inacreditáveis 45% ao ano. É verdade que, se observado o gráfico de todo o período, saímos de números expressivos para uma queda também significativa.

Brasil, a maior taxa de juros do mundo.

A queda na Taxa Selic é importante, mas tem que sinalizar uma tendência de baixa. A grande pergunta (e o ponto principal desse artigo) que fica é: há necessidade de juros tão altos? Ou ainda: quais os reais motivos que nos fazem o país com maior taxa de juros do mundo?

Mesmo após a contenção da inflação, o Brasil passou por alguns períodos de pico inflacionário. As commodities aumentavam de preços, os serviços ficavam mais caros e a primeira ação era o aumento das taxas de juros para conter o consumo e esfriar a economia. Parece que os juros são a única arma para “segurar” a economia. Será?

Durante esse tempo, o discurso era de que esse expediente se justificava porque o país tinha problemas de infraestrutura – e por isso nossos produtos e serviços eram caros, mesmo sem ter grande qualidade.

O que dizer dos crescentes gastos com a máquina pública, razão também de grande influência na economia?

Com o passar dos anos, a realidade dos juros altos presenteou muitos investidores com altas taxas de retorno sobre seus investimentos em renda fixa, especialmente nos títulos públicos. Do lado do país, presenciamos a dívida pública crescer cada vez mais, o que, aos poucos, foi se tornando um dos nossos grandes problemas.

A independência do Banco Central e os oito anos de Henrique Meirelles.

Durante os dois mandatos do Presidente Lula, quando o engenheiro civil Henrique Meirelles esteve à frente do Banco Central, a política econômica seguiu a linha do expediente conservador, ou seja, cada solavanco inflacionário vinha acompanhado de uma martelada de juros.

Mas, se os nossos juros já eram os maiores do mundo, por que a necessidade de aumentá-los ainda mais? Ficava claro que o remédio dos juros atacava o efeito e não a verdadeira causa do problema.

O mais triste é que ninguém parecia disposto a enfrentar, de fato, os verdadeiros problemas, mesmo sendo as soluções de conhecimento geral.

O artigo "Por que taxa de juros tão alta e um crescimento tão baixo?", do Prof. Vladimir K. Teles, é muito interessante. Se compararmos os países que cresceram tanto ou mais do que o Brasil nos últimos anos, vamos nos surpreender ainda mais.

O discurso dos economistas (ou seriam “mercadistas”?) perde ainda mais o sentido:

  • A China, por exemplo, está com os juros em 4,9% ao ano e o crescimento médio do PIB chinês nos últimos anos ficou próximo de 10%. Mas a China é um caso a parte, dirão muitos;
  • Outro bom exemplo, a Coréia do Sul tem taxa de juros de 3,25% ao ano;
  • Mesmo Cingapura, que possui dados pouco confiáveis, tem taxa de juros de 6% ao ano.

O lobby dos juros altos.

O que parece existir é culto à política de juros altos, quando ela não garante, de forma inteligente e sustentável, inflação baixa.

A necessidade de manutenção efetiva de controle dos gastos públicos e as reformas fiscal e tributária, itens que poderiam nos colocar em outro patamar, são decisões adiadas e que não surgem na pauta econômica do país.

Esse discurso, ou lobby para que os juros se mantenham altos, não se justifica mais. Desde 1998, o país apresenta sucessivos superávits primários (atualmente conseguimos economizar 4% do PIB para pagamento dos juros da dívida), mas mesmo com toda essa economia os juros (da dívida) continuam sendo enormes e a dívida pública chega a patamares alarmantes.

O fato é que o governo precisa conter despesas e gastar melhor. Nós, cidadãos, precisamos encarar a realidade de que os juros altos são vilões tão danosos para o crescimento e desenvolvimento sustentável da nação quanto a inflação. O Brasil não pode mais concordar em ser o país com maior taxa de juros do mundo.

É hora de mudar e encontrar o verdadeiro equilíbrio entre o necessário crescimento e a inflação, mas com decisões duras, talvez impopulares e de longo prazo.

Para usar um jargão bem batido, será que haverá “vontade política” para fazer o que é preciso?


A LG Eletronics e o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté negociam a recontratação dos 200 trabalhadores demitidos nesta terça-feira.

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A LG Eletronics e o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté negociam a recontratação dos 200 trabalhadores demitidos nesta terça-feira, na unidade de celulares da fábrica localizada no Vale do Paraíba.

Segundo o presidente do Sindicato, Isaac do Carmo, a empresa estuda a proposta de que, em caso de contratações futuras, os demitidos sejam priorizados e recontratados.

Esta teria sido uma das questões discutidas na segunda-feira, antes do anúncio das demissões. "Conseguimos evitar um corte ainda maior e esse compromisso da empresa , de priorizar estas pessoas atingidas pelas demissões desta semana em caso de recontratação", disse Carmo.

Segundo ele, pelo menos 300 demissões teriam sido revertidas durante a negociação com a empresa.

A LG Eletronics tem 2,4 mil funcionários em sua unidade de Taubaté, onde fabrica também monitores. No setor de celulares, a produção mensal é de cerca de 700 mil aparelhos.

A empresa alega estar com estoque de 1 milhão de aparelhos, o que exige uma readequação da produção.

"A LG trabalha com um produto cujo mercado pode oscilar, mas estamos próximos do final do ano, quando o consumo deve aumentar novamente", disse Carmo. Entre 2007 e 2008, os trabalhadores entraram em férias coletivas por três vezes, com o objetivo de reajustar a produção de monitores de acordo com a demanda do mercado.

Autopeças

Os trabalhadores das empresas do setor de autopeças localizadas em Taubaté realizam assembléia no próximo domingo, dia 11 de setembro para discutir a proposta de reajuste salarial da bancada patronal para a Campanha Salarial 2011.

Segundo Carmo, a proposta inicial de 8,3% não contempla a expectativa da categoria e por isso nem foi submetida à apreciação dos trabalhadores.

A LG Eletronics e o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté negociam a recontratação dos 200 trabalhadores demitidos nesta terça-feira.

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A LG Eletronics e o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté negociam a recontratação dos 200 trabalhadores demitidos nesta terça-feira, na unidade de celulares da fábrica localizada no Vale do Paraíba.

Segundo o presidente do Sindicato, Isaac do Carmo, a empresa estuda a proposta de que, em caso de contratações futuras, os demitidos sejam priorizados e recontratados.

Esta teria sido uma das questões discutidas na segunda-feira, antes do anúncio das demissões. "Conseguimos evitar um corte ainda maior e esse compromisso da empresa , de priorizar estas pessoas atingidas pelas demissões desta semana em caso de recontratação", disse Carmo.

Segundo ele, pelo menos 300 demissões teriam sido revertidas durante a negociação com a empresa.

A LG Eletronics tem 2,4 mil funcionários em sua unidade de Taubaté, onde fabrica também monitores. No setor de celulares, a produção mensal é de cerca de 700 mil aparelhos.

A empresa alega estar com estoque de 1 milhão de aparelhos, o que exige uma readequação da produção.

"A LG trabalha com um produto cujo mercado pode oscilar, mas estamos próximos do final do ano, quando o consumo deve aumentar novamente", disse Carmo. Entre 2007 e 2008, os trabalhadores entraram em férias coletivas por três vezes, com o objetivo de reajustar a produção de monitores de acordo com a demanda do mercado.

Autopeças

Os trabalhadores das empresas do setor de autopeças localizadas em Taubaté realizam assembléia no próximo domingo, dia 11 de setembro para discutir a proposta de reajuste salarial da bancada patronal para a Campanha Salarial 2011.

Segundo Carmo, a proposta inicial de 8,3% não contempla a expectativa da categoria e por isso nem foi submetida à apreciação dos trabalhadores.

Sete produtos foram incluídos para reduzir ou aumentar o Imposto de importação do produto que vem de fora.

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Sete produtos foram incluídos na noite de hoje (7) na lista de exceção à Tarifa Externa Comum (TEC), pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Entre os produtos incluídos, estão aparelhos de ar-condicionado, bicicletas comuns e pneus de bicicleta.

A inclusão na lista de exceção pode ser feita para reduzir ou aumentar o Imposto de importação do produto que vem de fora. Desta vez, os impostos de todos os produtos incluídos na lista foram elevados, conforme destacou o secretário executivo da Camex, Emílio Garófalo.

“Com a valorização cambial e a crise econômica, houve aumento de importações. Isso traz a necessidade de fazer essa elevação temporária das alíquotas. Isso não é garantia que as alíquotas ficarão a esse nível”, disse. A revisão da lista de exceção ocorre a cada seis meses.

Para a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, a medida mostra a preocupação do governo em assegurar a competitividade internacional. “A TEC brasileira é geralmente utilizada para reduzir o Imposto de Importação.

Hoje, foi utilizada para aumentar. Isso é reflexo da preocupação do governo com importações crescentes e setores específicos da indústria afetados por essa importação”, acrescentou.

O Imposto de importação das bicicletas passou de 20% para 35%. As bicicletas de competição ficam isentas da nova alíquota. No caso dos aparelhos de ar-condicionado, a alíquota também foi fixada em 35%, antes era 18%.

Também passa a ser taxada em 35% a importação de pneus de borracha de bicicletas, porcelanatos, partes referentes a unidades condensadoras ou evaporadoras para fabricação de aparelhos de ar-condicionado, barcos a motor e rodas e eixos ferroviários.

Sete produtos foram incluídos para reduzir ou aumentar o Imposto de importação do produto que vem de fora.

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Sete produtos foram incluídos na noite de hoje (7) na lista de exceção à Tarifa Externa Comum (TEC), pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Entre os produtos incluídos, estão aparelhos de ar-condicionado, bicicletas comuns e pneus de bicicleta.

A inclusão na lista de exceção pode ser feita para reduzir ou aumentar o Imposto de importação do produto que vem de fora. Desta vez, os impostos de todos os produtos incluídos na lista foram elevados, conforme destacou o secretário executivo da Camex, Emílio Garófalo.

“Com a valorização cambial e a crise econômica, houve aumento de importações. Isso traz a necessidade de fazer essa elevação temporária das alíquotas. Isso não é garantia que as alíquotas ficarão a esse nível”, disse. A revisão da lista de exceção ocorre a cada seis meses.

Para a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres, a medida mostra a preocupação do governo em assegurar a competitividade internacional. “A TEC brasileira é geralmente utilizada para reduzir o Imposto de Importação.

Hoje, foi utilizada para aumentar. Isso é reflexo da preocupação do governo com importações crescentes e setores específicos da indústria afetados por essa importação”, acrescentou.

O Imposto de importação das bicicletas passou de 20% para 35%. As bicicletas de competição ficam isentas da nova alíquota. No caso dos aparelhos de ar-condicionado, a alíquota também foi fixada em 35%, antes era 18%.

Também passa a ser taxada em 35% a importação de pneus de borracha de bicicletas, porcelanatos, partes referentes a unidades condensadoras ou evaporadoras para fabricação de aparelhos de ar-condicionado, barcos a motor e rodas e eixos ferroviários.

A varejista online chinesa Jingdong Mall está pronta para começar um processo de abertura de capital de US$ 5 bilhões.

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A varejista online chinesa Jingdong Mall está pronta para começar um processo de abertura de capital na próxima semana e que pode representar um desafio para o apetite de investidores nos Estados Unidos por ações de companhias chinesas.

A empresa, também conhecida como 360buy.com, planeja levantar entre US$ 4 bilhões e US$ 5 bilhões em uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), possivelmente na primeira metade de 2012, segundo o IRF, um serviço de notícias da Thomson Reuters.

Um IPO deste tamanho superaria o do Google em 2004, quando a empresa levantou US$ 1,9 bilhão na maior oferta pública de ações de uma empresa de Internet já realizado nos Estados Unidos, segundo dados da Thomson Reuters.

A Jingdong deve realizar um roadshow na próxima semana em Pequim para escolher agentes subscritores para o IPO, informou o IFR nesta quarta-feira, citando fontes familiares com o negócio.

Uma das fontes disse que o IPO pode ultrapassar US$ 5 bilhões, dependendo de quando for realizada.

A notícia do IPO da Jingdong Mall vem em meio a dificuldades para o mercado norte-americano de IPOs, que tem derrapado por causa da alta volatilidade desencadeada pela crise da dívida na Europa e pela fraca recuperação economica norte-americana. Diversos IPOs já foram cancelados mês passado.

A varejista online chinesa Jingdong Mall está pronta para começar um processo de abertura de capital de US$ 5 bilhões.

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A varejista online chinesa Jingdong Mall está pronta para começar um processo de abertura de capital na próxima semana e que pode representar um desafio para o apetite de investidores nos Estados Unidos por ações de companhias chinesas.

A empresa, também conhecida como 360buy.com, planeja levantar entre US$ 4 bilhões e US$ 5 bilhões em uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), possivelmente na primeira metade de 2012, segundo o IRF, um serviço de notícias da Thomson Reuters.

Um IPO deste tamanho superaria o do Google em 2004, quando a empresa levantou US$ 1,9 bilhão na maior oferta pública de ações de uma empresa de Internet já realizado nos Estados Unidos, segundo dados da Thomson Reuters.

A Jingdong deve realizar um roadshow na próxima semana em Pequim para escolher agentes subscritores para o IPO, informou o IFR nesta quarta-feira, citando fontes familiares com o negócio.

Uma das fontes disse que o IPO pode ultrapassar US$ 5 bilhões, dependendo de quando for realizada.

A notícia do IPO da Jingdong Mall vem em meio a dificuldades para o mercado norte-americano de IPOs, que tem derrapado por causa da alta volatilidade desencadeada pela crise da dívida na Europa e pela fraca recuperação economica norte-americana. Diversos IPOs já foram cancelados mês passado.

A presidente Dilma Rousseff que o País passará por um grande periodo de estagnação.

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A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que a atual crise econômica internacional é mais grave que a de 2008, que os países desenvolvidos se preparam para um longo período de estagnação, mas que os efeitos não devem amedrontar os brasileiros, que devem enfrentar as turbulências consumindo.

"A crise atual é mais complexa que aquela de 2008, da qual nós nos saímos muito bem. Os países ricos se preparam para um longo período de estagnação e até de recessão. Mas a crise não nos ameaça fortemente", disse Dilma em seu pronunciamento de 7 de setembro, transmitido em rádio e TV na noite desta terça-feira.

Em uma fala de cerca de 11 minutos, Dilma focou em economia e na atual crise mundial. Destacou, como em seus recentes discursos, a capacidade do Brasil de enfrentar as recentes turbulências, reafirmou que o governo está atento e pediu aos brasileiros que sigam consumindo.

"Estaremos bem atentos para evitar qualquer efeito mais grave da crise internacional. Estar atento não significa ficar com medo, ou ficar paralisado. Ao contrário, vamos continuar trabalhando , consumindo, abrindo e ampliando empresas, plantando e colhendo os frutos da nossa agricultura."

Dilma citou ainda que a "estabilidade da economia está garantida", que a "inflação está sob controle" --apesar do acumulado nos últimos 12 meses ter superado o teto da meta, de 6,5 por cento-- e que "os juros voltaram a baixar", numa referência ao corte da taxa básica anunciada pelo Banco Central na semana passada.

Ainda sobre a crise, Dilma reafirmou que a defesa e a ampliação do mercado interno são suas principais armas do país para reagir aos efeitos externos.

"Quero deixar bem claro que meu governo não irá permitir ataques às nossas indústrias e aos nossos empregos. Não vai permitir jamais que artigos estrangeiros venham concorrer de forma desleal com os nossos produtos."

Por fim, numa rápida menção às denúncias de corrupção que atingem seu governo, disse que o Brasil é "um país que com malfeito não se acomplicia jamais e que tem a defesa da moralidade no combate à corrupção uma ação permanente e inquebrantável".


A presidente Dilma Rousseff que o País passará por um grande periodo de estagnação.

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A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que a atual crise econômica internacional é mais grave que a de 2008, que os países desenvolvidos se preparam para um longo período de estagnação, mas que os efeitos não devem amedrontar os brasileiros, que devem enfrentar as turbulências consumindo.

"A crise atual é mais complexa que aquela de 2008, da qual nós nos saímos muito bem. Os países ricos se preparam para um longo período de estagnação e até de recessão. Mas a crise não nos ameaça fortemente", disse Dilma em seu pronunciamento de 7 de setembro, transmitido em rádio e TV na noite desta terça-feira.

Em uma fala de cerca de 11 minutos, Dilma focou em economia e na atual crise mundial. Destacou, como em seus recentes discursos, a capacidade do Brasil de enfrentar as recentes turbulências, reafirmou que o governo está atento e pediu aos brasileiros que sigam consumindo.

"Estaremos bem atentos para evitar qualquer efeito mais grave da crise internacional. Estar atento não significa ficar com medo, ou ficar paralisado. Ao contrário, vamos continuar trabalhando , consumindo, abrindo e ampliando empresas, plantando e colhendo os frutos da nossa agricultura."

Dilma citou ainda que a "estabilidade da economia está garantida", que a "inflação está sob controle" --apesar do acumulado nos últimos 12 meses ter superado o teto da meta, de 6,5 por cento-- e que "os juros voltaram a baixar", numa referência ao corte da taxa básica anunciada pelo Banco Central na semana passada.

Ainda sobre a crise, Dilma reafirmou que a defesa e a ampliação do mercado interno são suas principais armas do país para reagir aos efeitos externos.

"Quero deixar bem claro que meu governo não irá permitir ataques às nossas indústrias e aos nossos empregos. Não vai permitir jamais que artigos estrangeiros venham concorrer de forma desleal com os nossos produtos."

Por fim, numa rápida menção às denúncias de corrupção que atingem seu governo, disse que o Brasil é "um país que com malfeito não se acomplicia jamais e que tem a defesa da moralidade no combate à corrupção uma ação permanente e inquebrantável".


Entenda como esta nossa Economia Nacional e Mundial.

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A recente globalização das trocas comerciais e dos serviços a nível global veio revelar as fragilidades do modelo de desenvolvimento dos países e das regiões, especialmente os mais periféricos e/ou de sub-desenvolvimento relativo, demonstrando a sua incapacidade para promover o desenvolvimento efectivo das regiões em questão, agora cada vez mais sujeitas à competição com outras regiões na captação dos recursos “motores” desses investimentos.

Este tema tem vindo a ser objecto de uma profunda e regular investigação realizada no âmbito da SaeR ao longo dos anos, nomeadamente centrada sobre os modelos económicos teóricos adequados à instalação de mecanismos saudáveis de desenvolvimento económico das regiões e países e, igualmente, a ser objecto da produção de diversos projectos de desenvolvimento, tanto de carácter regional como sectorial, realizados para o Estado Português e para diversos Estados da CPLP.

As metodologias de análise, diagnóstico e acção desenvolvidas na SaeR relativas a esta problemática fundamentam-se sempre, e para além de uma atitude da maior e mais absoluta independência face a quaisquer tipos de interesses, em aprofundados estudos de caracterização da situação das realidades em presença, em avaliações comparativas com as condições de concorrência nos mercados globais a curto, médio e longo prazo e, fundamentalmente, com o objectivo de proporcionar aos países, regiões ou sectores em estudo, as melhores condições para a majoração da geração de valor que permita que se afirmem com solidez e de um modo independente e o mais estável e autónomo possível face às condições de adversidade que as naturais dinâmicas dos mercados globais criam sistematicamente.

Nesta perspectiva, a abordagem à componente regional e territorial assume um papel determinante, por quanto só a partir dessa base territorial é que se poderão afirmar as indispensáveis condições de identidade nacional, tendo por base não apenas a geografia, mas igualmente a caracterização cultural das populações e a própria especialização económica adoptada, para desse modo criar os mecanismos de diferenciação das ofertas de Valor oriundas desse território ou País, nomeadamente através da sua associação a produtos inovadores e a marcas próprias.

Entenda como esta nossa Economia Nacional e Mundial.

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A recente globalização das trocas comerciais e dos serviços a nível global veio revelar as fragilidades do modelo de desenvolvimento dos países e das regiões, especialmente os mais periféricos e/ou de sub-desenvolvimento relativo, demonstrando a sua incapacidade para promover o desenvolvimento efectivo das regiões em questão, agora cada vez mais sujeitas à competição com outras regiões na captação dos recursos “motores” desses investimentos.

Este tema tem vindo a ser objecto de uma profunda e regular investigação realizada no âmbito da SaeR ao longo dos anos, nomeadamente centrada sobre os modelos económicos teóricos adequados à instalação de mecanismos saudáveis de desenvolvimento económico das regiões e países e, igualmente, a ser objecto da produção de diversos projectos de desenvolvimento, tanto de carácter regional como sectorial, realizados para o Estado Português e para diversos Estados da CPLP.

As metodologias de análise, diagnóstico e acção desenvolvidas na SaeR relativas a esta problemática fundamentam-se sempre, e para além de uma atitude da maior e mais absoluta independência face a quaisquer tipos de interesses, em aprofundados estudos de caracterização da situação das realidades em presença, em avaliações comparativas com as condições de concorrência nos mercados globais a curto, médio e longo prazo e, fundamentalmente, com o objectivo de proporcionar aos países, regiões ou sectores em estudo, as melhores condições para a majoração da geração de valor que permita que se afirmem com solidez e de um modo independente e o mais estável e autónomo possível face às condições de adversidade que as naturais dinâmicas dos mercados globais criam sistematicamente.

Nesta perspectiva, a abordagem à componente regional e territorial assume um papel determinante, por quanto só a partir dessa base territorial é que se poderão afirmar as indispensáveis condições de identidade nacional, tendo por base não apenas a geografia, mas igualmente a caracterização cultural das populações e a própria especialização económica adoptada, para desse modo criar os mecanismos de diferenciação das ofertas de Valor oriundas desse território ou País, nomeadamente através da sua associação a produtos inovadores e a marcas próprias.

Economia: Conheça a história do Dragão Adormecido que virou Potência Mundial.

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Ao longo da história da humanidade a China vez por outra sobe o pódio como potência.

Não é pra menos, a civilização chinesa é uma das mais antigas do mundo e a China tem dimensão continental, recursos naturais, climas variados e uma população de aproximadamente 1,34 bilhão de habitantes.

No século passado a China passou por um período conturbado até que a revolução comunista instalou em 1949 a República popular da China.

Enquanto a China seguiu a cartilha do comunismo sobreviveu com dificuldades internas como fome e miséria crônicos.

Em 1978, com a morte de Mao Tse-tung, Deng Xiaoping promoveu uma grande reforma na China transformando-a em economia mista, denominada socialismo de mercado.

Junto com as reformas econômicas foi implantada uma revolução no ensino com o objetivo de formar mão de obra especializada para alavancar o desenvolvimento e lançar a China na disputa pelo mercado internacional.

Atualmente a China é uma potencia nuclear e a segunda economia do mundo com um PIB de US$ 6,47 trilhão.

Com sua política de preços a China conquistou o mercado internacional e sem que ocidente se dê conta vai estrangular a economia global levando a uma crise de desfecho incerto.

É difícil prever este futuro, mas é certo que estamos diante de uma equação que não converge. Mais cedo ou mais tarde a crise virá.

O fato da China ter de alimentar 1,34 bilhão de indivíduos talvez seja um dos problemas mais graves. Se houver escassez de alimentos não há como evitar uma revolução e o caos. Para a China, segurança alimentar é questão de sobrevivência.

Tanto é verdade, que recentemente a China iniciou um programa de compra de terras no Brasil e na África para formar colônias agrícolas. A novidade é que na África usariam mão de obra de prisoneiros que trabalhariam literalmente por um prato de comida.

Na África a China já vinha impondo sua estrutura de trabalho semi escravo aos africanos, na exploração de recursos minerais.

Outro gargalo da China é a questão energética, pois o país não tem reservas de petróleo. Existe carvão mineral abundante, mas sua queima em termoelétricas é altamente poluente.

Para fechar um ciclo nefasto e baratear mais ainda a produção, a legislação ambiental na China praticamente inexiste.

O fato é que por razões diversas a China está alavancando sua indústria e seu desenvolvimento com base numa política altamente lesiva ao mundo.

Ao reduzir custos de produção sacrificando o meio ambiente e aviltando a mão de obra permitindo que trabalhadores trabalhem por pouco mais do que uma ração diária de alimentos, a China resolveu um problema interno, ganhou competitividade, mas desequilibra a economia global. Seus produtos se tornam muito baratos por concorrência desleal.

Onde quer que exista concorrência de produtos chineses, a indústria local quebra ou se rende e transfere-se para a China. A população global aplaude e consome cada vez mais. Nunca na história da humanidade ter e consumir foi tão barato.

Até este ponto não existe grande novidade.

A questão é que pelas razões descritas, aos poucos e em busca de competitividade ou aumento do lucro, a indústria ocidental está se transferindo voluntariamente para China. O ocidente está alimentando o dragão e parece não ter se dado conta.

A transferência de indústrias com todo seu ciclo produtivo e respectivas tecnologias para a China tem sido um caminho trilhado por grandes empresas e multinacionais.

Mas poucos se deram conta que estão matando a galinha dos ovos de ouro. A transferência do ciclo produtivo para a China tem diversas consequências lesivas aos países de origem.

A cada linha de produção que fecha num país e se muda para a China, pessoas ficam desempregadas numa ponta e mais chineses são empregados na outra.

Com isso as economias onde a produção se retrai entram num processo de estagnação. Se não há emprego, não há consumo e a economia não gira.

Mas existe uma questão mais grave. A transferência de linhas de produção fatalmente leva consigo tecnologia de ponta e conhecimento cujo desenvolvimento custou tempo de pesquisa e consumiu recursos, via de regra bancados por governos, universidades e pela própria indústria.

Aqueles que hoje desenvolvem pesquisa e depois instalam suas empresas na China estão doando conhecimento e alimentando o dragão. Estão poupando à China até do custo da espionagem industrial.

A China está se apropriando deste conhecimento sem pagar um único centavo e com este está se tornando uma economia cada vez mais forte a sufocar o mundo.

O capitalismo ocidental representado por empresários dirigentes de grande empresas e multinacionais, neste momento parece não perceber como a história vai terminar.

Governos obtusos tem tolerado a concorrência desleal da China e nada tem sido feito para impedir a evasão do conhecimento e de linhas de produção.

Não se pode esperar da massa popular global que nunca teve acesso ao consumo, que entenda as consequencias de comprar produtos chineses manufaturados a custo de dumping social e ambiental. Pedir a pobres que boicotem produtos chineses e deixem de consumir chega a ser desumano.

Cabe aos Estados soberanos zelar pelo futuro do bem estar social de seus cidadãos e em instância superior à Organização das Nações Unidas com seus diversos mecanismos, atuar com medidas mais severas, não permitindo que a China pratique concorrência tão desleal e lesiva ao mundo.

Cada produto vendido barato tem um custo adicional não repassado ao consumidor diretamente, que no futuro será cobrado com juros e correção. A conta será paga com sangue, suor, lágrimas e vidas, principalmente das populações mais pobres.

Quando todos acordarem do sonho de consumo e do lucro fácil, talvez seja tarde.

A China já é uma potência a deterior a sociedade global e acelerar a destruição do planeta.

O mundo precisa parar de consumir produtos chineses compulsivamente ou num futuro não muito distante, por questão de sobrevivência, todos terão que se igualar às condições de produção da China o que representaria um gigantesco retrocesso no conforto e bem estar social já conquistados.


Economia: Conheça a história do Dragão Adormecido que virou Potência Mundial.

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Ao longo da história da humanidade a China vez por outra sobe o pódio como potência.

Não é pra menos, a civilização chinesa é uma das mais antigas do mundo e a China tem dimensão continental, recursos naturais, climas variados e uma população de aproximadamente 1,34 bilhão de habitantes.

No século passado a China passou por um período conturbado até que a revolução comunista instalou em 1949 a República popular da China.

Enquanto a China seguiu a cartilha do comunismo sobreviveu com dificuldades internas como fome e miséria crônicos.

Em 1978, com a morte de Mao Tse-tung, Deng Xiaoping promoveu uma grande reforma na China transformando-a em economia mista, denominada socialismo de mercado.

Junto com as reformas econômicas foi implantada uma revolução no ensino com o objetivo de formar mão de obra especializada para alavancar o desenvolvimento e lançar a China na disputa pelo mercado internacional.

Atualmente a China é uma potencia nuclear e a segunda economia do mundo com um PIB de US$ 6,47 trilhão.

Com sua política de preços a China conquistou o mercado internacional e sem que ocidente se dê conta vai estrangular a economia global levando a uma crise de desfecho incerto.

É difícil prever este futuro, mas é certo que estamos diante de uma equação que não converge. Mais cedo ou mais tarde a crise virá.

O fato da China ter de alimentar 1,34 bilhão de indivíduos talvez seja um dos problemas mais graves. Se houver escassez de alimentos não há como evitar uma revolução e o caos. Para a China, segurança alimentar é questão de sobrevivência.

Tanto é verdade, que recentemente a China iniciou um programa de compra de terras no Brasil e na África para formar colônias agrícolas. A novidade é que na África usariam mão de obra de prisoneiros que trabalhariam literalmente por um prato de comida.

Na África a China já vinha impondo sua estrutura de trabalho semi escravo aos africanos, na exploração de recursos minerais.

Outro gargalo da China é a questão energética, pois o país não tem reservas de petróleo. Existe carvão mineral abundante, mas sua queima em termoelétricas é altamente poluente.

Para fechar um ciclo nefasto e baratear mais ainda a produção, a legislação ambiental na China praticamente inexiste.

O fato é que por razões diversas a China está alavancando sua indústria e seu desenvolvimento com base numa política altamente lesiva ao mundo.

Ao reduzir custos de produção sacrificando o meio ambiente e aviltando a mão de obra permitindo que trabalhadores trabalhem por pouco mais do que uma ração diária de alimentos, a China resolveu um problema interno, ganhou competitividade, mas desequilibra a economia global. Seus produtos se tornam muito baratos por concorrência desleal.

Onde quer que exista concorrência de produtos chineses, a indústria local quebra ou se rende e transfere-se para a China. A população global aplaude e consome cada vez mais. Nunca na história da humanidade ter e consumir foi tão barato.

Até este ponto não existe grande novidade.

A questão é que pelas razões descritas, aos poucos e em busca de competitividade ou aumento do lucro, a indústria ocidental está se transferindo voluntariamente para China. O ocidente está alimentando o dragão e parece não ter se dado conta.

A transferência de indústrias com todo seu ciclo produtivo e respectivas tecnologias para a China tem sido um caminho trilhado por grandes empresas e multinacionais.

Mas poucos se deram conta que estão matando a galinha dos ovos de ouro. A transferência do ciclo produtivo para a China tem diversas consequências lesivas aos países de origem.

A cada linha de produção que fecha num país e se muda para a China, pessoas ficam desempregadas numa ponta e mais chineses são empregados na outra.

Com isso as economias onde a produção se retrai entram num processo de estagnação. Se não há emprego, não há consumo e a economia não gira.

Mas existe uma questão mais grave. A transferência de linhas de produção fatalmente leva consigo tecnologia de ponta e conhecimento cujo desenvolvimento custou tempo de pesquisa e consumiu recursos, via de regra bancados por governos, universidades e pela própria indústria.

Aqueles que hoje desenvolvem pesquisa e depois instalam suas empresas na China estão doando conhecimento e alimentando o dragão. Estão poupando à China até do custo da espionagem industrial.

A China está se apropriando deste conhecimento sem pagar um único centavo e com este está se tornando uma economia cada vez mais forte a sufocar o mundo.

O capitalismo ocidental representado por empresários dirigentes de grande empresas e multinacionais, neste momento parece não perceber como a história vai terminar.

Governos obtusos tem tolerado a concorrência desleal da China e nada tem sido feito para impedir a evasão do conhecimento e de linhas de produção.

Não se pode esperar da massa popular global que nunca teve acesso ao consumo, que entenda as consequencias de comprar produtos chineses manufaturados a custo de dumping social e ambiental. Pedir a pobres que boicotem produtos chineses e deixem de consumir chega a ser desumano.

Cabe aos Estados soberanos zelar pelo futuro do bem estar social de seus cidadãos e em instância superior à Organização das Nações Unidas com seus diversos mecanismos, atuar com medidas mais severas, não permitindo que a China pratique concorrência tão desleal e lesiva ao mundo.

Cada produto vendido barato tem um custo adicional não repassado ao consumidor diretamente, que no futuro será cobrado com juros e correção. A conta será paga com sangue, suor, lágrimas e vidas, principalmente das populações mais pobres.

Quando todos acordarem do sonho de consumo e do lucro fácil, talvez seja tarde.

A China já é uma potência a deterior a sociedade global e acelerar a destruição do planeta.

O mundo precisa parar de consumir produtos chineses compulsivamente ou num futuro não muito distante, por questão de sobrevivência, todos terão que se igualar às condições de produção da China o que representaria um gigantesco retrocesso no conforto e bem estar social já conquistados.


Miriam Leitão da Globo comenta no Blob Economia Nacional e Mundial sua visão sobre exonomia.

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Miriam Leitão diz: é um prazer estar aqui com você Gilmar e fico feliz e honrada em saber que jovens estão interessados em saber de economia e digo que em todos os debates que participei nos últimos meses, com as mais diversas plateias, em regiões diferentes do país, alguém sempre me perguntou se há risco de o Brasil voltar ao tempo da inflação fora de controle.

Foi assim de novo no último sábado, durante a Bienal, no Rio. Digo sempre que não temo esse risco e que a pergunta, em si, já é tranquilizadora.

A insistência com que a pergunta surge nos debates diz muito do país. A conversa com o público é sempre sobre o tema que me mobiliza, tanto que me levou a escrever um livro sobre a hiperinflação brasileira e a luta do país para vencê-la.

Normalmente, a pergunta vem em tom de dúvida sobre se essa vitória é realmente definitiva. Essa dúvida mostra que o Brasil está atento aos riscos que representa uma inflação de 7%. Mais precisamente 7,23% em 12 meses, com o IPCA de agosto divulgado ontem.

Nunca há vitória definitiva sobre inflação, mas a hiperinflação que vivemos foi construída com uma sucessão de erros que dificilmente o Brasil repetirá. Não confio em governos; mas sei que o país viveu um processo tão traumático que tem horror de que aquele ambiente se repita.

Ai do governo que permitir a volta do mesmo fantasma. Engana-se quem pensa que o brasileiro não se lembra porque a maioria da população é jovem ou o Brasil teria uma suposta propensão a ignorar o passado.

— Posso contar minha história? — pergunta uma senhorinha de cabelo todo branco, que se sentou na primeira fileira da Bienal, no espaço Mulher e Ponto, onde estive no último sábado.

Contou que seu marido faleceu quando as filhas eram menores, e ela só teria acesso a uma poupança quando elas completassem 18 anos. O tempo de espera corroeu o valor do dinheiro deixado pelo pai para as meninas. Sempre ouço histórias marcantes do impacto da inflação na vida das pessoas. Sempre o Plano Collor é descrito como uma violência que ficou como cicatriz na história familiar.

Em plateias mais jovens, as lembranças são herdadas dos pais ou dos avós, que relatam fatos que os deixaram convencidos de que o país viveu uma barbaridade. Na Bienal, quando eu já estava saindo da sala, um adolescente, de talvez 13 anos, falou baixinho que tivera vergonha de fazer uma pergunta. Eu o encorajei, e ele quis saber por que se trocava tanto de moeda.

Expliquei como era difícil desmontar o mecanismo que reproduzia a inflação velha na moeda nova. Numa fila em Brasília, dois outros superjovens — de 12 anos — com o livro na mão me surpreenderam com perguntas sobre hiperinflação. Tenho recebido e-mails de pessoas de 90 anos a jovens que nada viveram daquela época: todos com o mesmo tipo de preocupação sobre a atual elevação dos preços.

Eu os tranquilizo. Nada parecido com aquilo está, nem de longe, na linha do horizonte, mas eles é que me acalmam, por serem assim insistentes. A inflação tem estado acima da meta e com os 0,37% de agosto saiu de 6,9% para 7,2%. Nesse mundo novo que vivemos há 17 anos, é uma taxa alta, acima do limite máximo tolerado pelo regime de metas.

Mas a linha atravessada não é uma arbitrariedade dos técnicos. Os consumidores sentem o desconforto com a alta dos preços. Os brasileiros ficaram muito mais sensíveis a essas oscilações e por isso demonstram, em todas as pesquisas, que estão preocupados.

É outro tempo, é outro patamar, mas o inimigo é o mesmo: ele corrói a capacidade de compra. Tem batido em alimentos desde o começo do ano, dando pouco refresco na safra, e em agosto já está de novo em alta. Desta vez é a carne que subiu porque a produção de soja e milho no mundo foi afetada por problemas climáticos e isso encarece a ração do gado.

O Texas está pegando fogo. Literalmente. Em Brasília, da janela do apartamento da Asa Norte, vejo fogo no horizonte. Depois, a fumaça tornou ainda mais irrespirável o árido ar de Brasília. Aqui, essa é a estação da seca mesmo. Está ficando pior pelas liberações desenfreadas de construções em áreas antes cobertas pelo pouco verde da cidade.

Nos EUA, a seca foi para outros estados produtores. Rigores climáticos, como enchentes, frios extremos, furacões, estão reduzindo a oferta de alimentos mesmo num momento em que a desaceleração mundial permitiria prever uma redução dos preços das commodities.

As cotações cederam um pouco mas permanecem em nível muito alto. Mesmo assim, há previsões otimistas sobre a inflação, numa espécie de otimismo pelo avesso: dado que o mundo vai crescer menos, consumir menos e pode entrar em recessão, então os preços vão cair.

Outros economistas acham que apesar da desaceleração há fatores que manterão pressões inflacionárias.

Por enquanto, todos concordam que as taxas mensais vão subir, mas o acumulado em 12 meses vai cair porque as taxas do ano passado foram altas demais no fim do ano. Isso reduzirá a inflação acumulada.

O Brasil tem dois problemas neste momento: o governo não fez ajuste fiscal, apesar de garantir que fez; e há dúvidas sobre a autonomia do Banco Central para evitar a alta dos preços. A melhor âncora continua sendo o país que não quer viver de novo a sensação de preços em descontrole.

Miriam Leitão da Globo comenta no Blob Economia Nacional e Mundial sua visão sobre exonomia.

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Miriam Leitão diz: é um prazer estar aqui com você Gilmar e fico feliz e honrada em saber que jovens estão interessados em saber de economia e digo que em todos os debates que participei nos últimos meses, com as mais diversas plateias, em regiões diferentes do país, alguém sempre me perguntou se há risco de o Brasil voltar ao tempo da inflação fora de controle.

Foi assim de novo no último sábado, durante a Bienal, no Rio. Digo sempre que não temo esse risco e que a pergunta, em si, já é tranquilizadora.

A insistência com que a pergunta surge nos debates diz muito do país. A conversa com o público é sempre sobre o tema que me mobiliza, tanto que me levou a escrever um livro sobre a hiperinflação brasileira e a luta do país para vencê-la.

Normalmente, a pergunta vem em tom de dúvida sobre se essa vitória é realmente definitiva. Essa dúvida mostra que o Brasil está atento aos riscos que representa uma inflação de 7%. Mais precisamente 7,23% em 12 meses, com o IPCA de agosto divulgado ontem.

Nunca há vitória definitiva sobre inflação, mas a hiperinflação que vivemos foi construída com uma sucessão de erros que dificilmente o Brasil repetirá. Não confio em governos; mas sei que o país viveu um processo tão traumático que tem horror de que aquele ambiente se repita.

Ai do governo que permitir a volta do mesmo fantasma. Engana-se quem pensa que o brasileiro não se lembra porque a maioria da população é jovem ou o Brasil teria uma suposta propensão a ignorar o passado.

— Posso contar minha história? — pergunta uma senhorinha de cabelo todo branco, que se sentou na primeira fileira da Bienal, no espaço Mulher e Ponto, onde estive no último sábado.

Contou que seu marido faleceu quando as filhas eram menores, e ela só teria acesso a uma poupança quando elas completassem 18 anos. O tempo de espera corroeu o valor do dinheiro deixado pelo pai para as meninas. Sempre ouço histórias marcantes do impacto da inflação na vida das pessoas. Sempre o Plano Collor é descrito como uma violência que ficou como cicatriz na história familiar.

Em plateias mais jovens, as lembranças são herdadas dos pais ou dos avós, que relatam fatos que os deixaram convencidos de que o país viveu uma barbaridade. Na Bienal, quando eu já estava saindo da sala, um adolescente, de talvez 13 anos, falou baixinho que tivera vergonha de fazer uma pergunta. Eu o encorajei, e ele quis saber por que se trocava tanto de moeda.

Expliquei como era difícil desmontar o mecanismo que reproduzia a inflação velha na moeda nova. Numa fila em Brasília, dois outros superjovens — de 12 anos — com o livro na mão me surpreenderam com perguntas sobre hiperinflação. Tenho recebido e-mails de pessoas de 90 anos a jovens que nada viveram daquela época: todos com o mesmo tipo de preocupação sobre a atual elevação dos preços.

Eu os tranquilizo. Nada parecido com aquilo está, nem de longe, na linha do horizonte, mas eles é que me acalmam, por serem assim insistentes. A inflação tem estado acima da meta e com os 0,37% de agosto saiu de 6,9% para 7,2%. Nesse mundo novo que vivemos há 17 anos, é uma taxa alta, acima do limite máximo tolerado pelo regime de metas.

Mas a linha atravessada não é uma arbitrariedade dos técnicos. Os consumidores sentem o desconforto com a alta dos preços. Os brasileiros ficaram muito mais sensíveis a essas oscilações e por isso demonstram, em todas as pesquisas, que estão preocupados.

É outro tempo, é outro patamar, mas o inimigo é o mesmo: ele corrói a capacidade de compra. Tem batido em alimentos desde o começo do ano, dando pouco refresco na safra, e em agosto já está de novo em alta. Desta vez é a carne que subiu porque a produção de soja e milho no mundo foi afetada por problemas climáticos e isso encarece a ração do gado.

O Texas está pegando fogo. Literalmente. Em Brasília, da janela do apartamento da Asa Norte, vejo fogo no horizonte. Depois, a fumaça tornou ainda mais irrespirável o árido ar de Brasília. Aqui, essa é a estação da seca mesmo. Está ficando pior pelas liberações desenfreadas de construções em áreas antes cobertas pelo pouco verde da cidade.

Nos EUA, a seca foi para outros estados produtores. Rigores climáticos, como enchentes, frios extremos, furacões, estão reduzindo a oferta de alimentos mesmo num momento em que a desaceleração mundial permitiria prever uma redução dos preços das commodities.

As cotações cederam um pouco mas permanecem em nível muito alto. Mesmo assim, há previsões otimistas sobre a inflação, numa espécie de otimismo pelo avesso: dado que o mundo vai crescer menos, consumir menos e pode entrar em recessão, então os preços vão cair.

Outros economistas acham que apesar da desaceleração há fatores que manterão pressões inflacionárias.

Por enquanto, todos concordam que as taxas mensais vão subir, mas o acumulado em 12 meses vai cair porque as taxas do ano passado foram altas demais no fim do ano. Isso reduzirá a inflação acumulada.

O Brasil tem dois problemas neste momento: o governo não fez ajuste fiscal, apesar de garantir que fez; e há dúvidas sobre a autonomia do Banco Central para evitar a alta dos preços. A melhor âncora continua sendo o país que não quer viver de novo a sensação de preços em descontrole.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Economia: Bovespa segue cautela na Europa e cai abaixo de 55 mil.

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O medo de uma crise mais profunda na Europa contaminou a bolsa brasileira nesta segunda-feira, em um dia de volume reduzido por causa do feriado no mercado norte-americano.

O Ibovespa recuou 2,71 por cento a 54.998 pontos. O giro financeiro do pregão foi de 3,3 bilhões de reais, menos da metade da média de 6,56 bilhões de reais no ano por causa do feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos.

Com a forte queda, a segunda consecutiva, o Ibovespa já anulou boa parte da alta de quase 10 por cento das cinco sessões anteriores, quando a expectativa --posteriormente confirmada-- de um corte dos juros no Brasil estimulou ações de construtoras, varejistas e bancos.

Na opinião da chefe da área de gestão de fortunas da corretora Mirae Securities, Luciana Pazos, a queda desta sessão pode ter sido apenas uma realização de lucros após a forte alta da semana passada, mas é preciso aguardar a abertura do mercado norte-americano na terça-feira para ter mais segurança.

"A gente sabe que a bolsa brasileira é uma das mais baratas do mundo", afirmou Pazos.

"Mas, enquanto a gente tiver esse cenário tão ruim lá fora, é difícil apostar em uma recuperação aqui", concluiu.

O principal índice das ações europeias caiu mais de 4 por cento nesta segunda em meio à falta de progresso nas negociações entre Grécia, União Europeia (UE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) para o desembolso da próxima parcela da ajuda a Atenas.

Os outros pontos de tensão são Itália, onde o mercado desconfia cada vez mais da capacidade do governo de implementar as reformas fiscais, e a Alemanha, onde o partido da chanceler Angela Merkel demonstrou ter menor apoio popular ao perder votos em uma eleição regional no fim de semana.

Fonte: SÃO PAULO (Reuters).