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terça-feira, 20 de setembro de 2011

A presidente Dilma Rousseff disse ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama que ajudara a Europa.

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A presidente Dilma Rousseff disse ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, nesta terça-feira que o Brasil está trabalhando com outros mercados emergentes para oferecer ajuda às economias europeias, afirmou uma autoridade à Reuters.

Dilma não deu detalhes no rápido encontro que aconteceu em Nova York entre os dois presidentes, acrescentou a fonte, sob condição de anonimato.

Os comentários de Dilma destacam a vontade do Brasil e de outros países em desenvolvimento para tentar aliviar a crise da dívida na zona do euro antes que os problemas se espalhem pelo mundo.

O Brasil já comprou título de dívida europeu e irá tentar coordenar outra ajuda com seus parceiros do Brics, grupo formado por mercados emergentes, em reunião separada em Washington ainda esta semana.

O grupo dos Brics também inclui Rússia, Índia, China e África do Sul.

Dilma e Obama concordaram ainda que a Europa precisa mostrar que tem recursos e vontade política para lidar com seus problemas, disse a fonte.

O secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, devem se reunir em Washington nos próximos dias para continuar a discutir a crise europeia.

Obama e Dilma "sentiram que as discussões mais aprofundadas sobre esses desafios ... são necessárias antes da reunião do G20 em novembro, e eles concordaram que o momento mais apropriado (para essas discussões) será o encontro entre o secretário do Tesouro Geithner e o ministro Mantega em Washington", disse o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, a jornalistas.

Um dos assuntos que pode estar na agenda dessa reunião é a ideia do Brasil de que os grandes países emergentes disponibilizem bilhões de dólares em novos fundos disponíveis ao Fundo Monetário Internacional, como uma forma de ajudar a aliviar a crise na zona euro.

Mantega deverá fazer uma proposta nesse sentido na reunião dos Brics em Washington esta semana, disseram fontes do governo brasileiro à Reuters na segunda-feira.

O encontro entre Dilma e Obama em Nova York durou pouco menos de meia hora, disse Patriota.

A presidente parabenizou Obama por seu plano para criar empregos e foi convidada por Obama para visitar os Estados Unidos no início do próximo ano, segundo o chanceler.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Presidenta Dilma relata em NY que crise afeta mais mulheres.

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Pobreza, analfabetismo, falhas do sistema de saúde, conflitos e violência sexual atingem mais as mulheres, que também têm salários mais baixos e presença reduzida nas instâncias de poder.

E a situação pode se agravar com a crise, disse Dilma em Nova York, durante evento promovido pela ONU Mulher.

"Apesar de alguns avanços notáveis, a desigualdade permanece em pleno século 21. São as mulheres que mais sofrem com a pobreza extrema, com o analfabetismo, com as falhas do sistema de saúde, com os conflitos e com a violência sexual.

Em geral, as mulheres recebem salários menores pela mesma atividade profissional e têm presença reduzida nas principais instâncias decisórias", disse Dilma durante o Colóquio de Alto Nível sobre a Participação Política de Mulheres, diálogo promovido pela ONU Mulher, agência das Nações Unidas dedicada à mulher.

"A crise econômica e as respostas equivocadas a ela podem agravar esse cenário, intensificando a feminização de pobreza", destacou a presidenta. Por isso, combater as consequências e também as causas da crise é essencial para o empoderamento das mulheres", ressaltou a presidenta.

Dilma enfatizou que seu governo tem se esforçado para mudar o cenário de desvantagem da mulher no Brasil. "Tenho me esforçado para ampliar a participação feminina nos espaços decisórios. Dez ministérios do meu governo são comandados por mulheres.

Em especial, quero enfatizar que o núcleo central do meu governo é constituído por mulheres ministras.

O Brasil criou, em nível ministerial, a Secretaria de Políticas para Mulheres, cujo objetivo é incorporar a perspectiva de gênero em todas as políticas públicas", destacou a presidenta.

Ela reconheceu, no entanto, que ainda há muito o que fazer para o país chegar a uma situação igualitária entre homens e mulheres nas instâncias de poder.

"Fui eleita presidenta do Brasil 121 anos depois da proclamação da República e 78 anos depois da conquista do voto feminino. Somos 52% dos eleitores, mas apenas 10% do Congresso Nacional", disse a presidenta.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Entrevistamos o especialista em cartões de crédito, José Eduardo Manier sobre as novas normas do cartão de crédito.

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Desde o início desse mês estão valendo as novas regras para o uso dos cartões de crédito no Brasil.

As normas foram elaboradas pelo Banco Central com o objetivo de estimular o uso racional do cartão e diminuir o endividamento das famílias brasileiras.

Além de determinar o valor mínimo da fatura a ser pago mensalmente pelos consumidores, as regras também limitam o número de tarifas cobradas pelas empresas. Apenas cinco taxas poderão ser cobradas de todos os cartões emitidos a partir do dia 1º de junho desse ano.

Antes disso, de acordo com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, existiam cerca de 80 tarifas diferentes cobradas pelo uso do cartão de crédito. Uma cartilha elaborada pelo BC que compila e explica as mudanças está disponível em nosso canal no SlideShare.

Para avaliar o impacto dessas modificações, O Economista entrevistou o especialista em cartões de crédito, José Eduardo Manier. Manier tem longa experiência nas operações de cartões de várias empresas, como Losango e Finivest. Atualmente, ele é diretor de cartões da Lecca Financeira.


Porque o cartão de crédito é um dos maiores vilões do endividamento da população?

Não encaro o cartão como um vilão e sim como uma nova experiência de crédito, que como tal devemos observar as suas melhores práticas de uso. O cartão agrega algumas vantagens, como facilidade de pagamento, parcelamentos maiores, programas de recompensas e principalmente segurança.

O cartão hoje é um dos principais veículos de inclusão das classes C, D e E na oferta de produtos financeiros.

Podemos falar que no Brasil a experiência com cartão tem 30 anos, porém, somente nos últimos 15 anos o cenário macro econômico do país permitiu que negócios e parcerias com o varejo fossem feitas de modo a substituir o antigo crediário pela segurança do cartão.

Para assumir o risco dessa mudança, os emissores viram nas taxas e tarifas a grande fonte de receita desse produto.

Durante esses 15 anos os emissores realmente ganharam muito com esse tipo de negócio, porém, quando ele é mal administrado, a perda também pode ser muito grande.

Essa perda fez com que alguns players começassem a reparar que o grande segredo desse negócio é a permanência de uso pelo cliente e que para isso era necessário ensiná-lo a usar o produto.

Acho que o movimento natural é esse. Hoje em dia você já vê faturas auto explicativas, campanhas de uso consciente do crédito e a própria interferência do governo na tentativa de conter o uso irrestrito do crédito.

A conclusão que tiro é que se o consumidor não tiver disciplina o vilão pode ser qualquer meio de pagamento, seja cartão de crédito, carnê, cheques pré-datados, etc.


Quais medidas a população pode adotar para se prevenir desse endividamento?

Há 15 anos o cartão era utilizado pontualmente e tornou-se um produto concorrente ao crediário. Hoje em dia está substituindo o dinheiro para uso no dia a dia. Então, a minha dica é fazer uma programação de uso. Se você não tem dinheiro e não é usuário de cartão, você vai ao supermercado?

Se a ideia é substituir o dinheiro pelo dinheiro de plástico o princípio deve ser o mesmo. Só gaste aquilo que se programou para pagar.

Outra dica é não pagar o mínimo por mais de um mês consecutivo. Realmente pode virar uma bola de neve e a saída vai exigir certa disciplina nos gastos.


Qual é a avaliação das mudanças propostas pelo Banco Central em relação às novas regras para os cartões de crédito? Quais serão os principais impactos?

Acho que está em linha com o meu comentário sobre experiência de crédito. Enquanto o BC não focou na regulamentação e fiscalização do produto, os emissores aproveitaram a oportunidade para rever seus investimentos e riscos nas múltiplas tarifas e altas taxas.

Acho que a mudança vem em boa hora para simplificar e ajudar no uso consciente do crédito.

É claro que as tarifas e as taxas continuam sendo a grande fonte de receita do produto e por isso acho que ainda haverá uma queda de braço entre os emissores e o BC sobre valores máximos e mínimos permitidos, mas o fato de diminuírem as quantidades de tarifas é um sinal de que as coisas estão mudando. Agora o cliente passará a ter mais consciência do que está pagando.


Como o consumidor deverá reagir a essa mudanças?

Acho que como em qualquer mudança, devemos esperar um tempo de observação. Mas acredito que o cliente terá mais facilidade para compreender o que está comprando. É uma demanda antiga do consumidor que poderá comparar taxas e tarifas com maior facilidade agora.

A previsão do Banco Central é de que essas medidas estimulem a população a contrair menos dívidas e a usar o cartão de forma mais racional. Acredita que seja essa a tendência?

Tudo está convergindo para isso. Mas é preciso prestar atenção no crédito e não somente no cartão. O cenário econômico é positivo, mas exige cuidados para conter outros bichos de sete cabeças como a inflação.

A forma como o BC está atuando elevando a taxa de juros básicos está deixando os empréstimos mais caros, porém, como o poder aquisitivo também está crescendo, existe uma tendência natural de um maior endividamento da população.

Acho que o BC está fazendo o papel dele de atuar em todas as frentes.

O cartão é apenas mais um meio de concessão de crédito.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Explicamos como podem funcionar os títulos que a zona do euro discute emitir.

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O megainvestidor George Soros, por exemplo, disse que os chamados eurobonds seriam uma boa forma de reduzir os custos de empréstimos tomados por nações altamente endividadas; o ministro das Finanças da Itália, Giulio Tremonti, descreveu a ideia como a "solução mestre" para a crise da dívida no continente.

Agora, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse que proporá formalmente a ideia do eurobond para os chefes de governo europeus.

Mas o projeto também enfrenta uma oposição de peso.

O governo alemão disse que os eurobonds "não fazem sentido" no momento, dado o fato de que os países-membros da zona do euro conduzirem suas políticas econômicas individualmente, e não em conjunto.

Berlim também alega que a introdução de títulos europeus no mercado poderia diminuir o esforço de países altamente endividados em controlar seus orçamentos.

Mas o que seriam os eurobonds, bem como os títulos governamentais em que eles seriam baseados?

O que são títulos da dívida do governo?

Os governos obtêm dinheiro emprestado vendendo títulos aos investidores. Em troca do dinheiro, os governos prometem pagar uma taxa fixa de juros durante um período específico – por exemplo, 4% ao ano durante dez anos.

Ao final desse período, o investidor recebe o dinheiro emprestado, cancelando esse montante específico da dívida governamental.

Os títulos dos governos são geralmente vistos como investimentos ultrasseguros e de longo prazo, muitas vezes adquiridos por fundos de pensão, companhias de seguro e bancos, além de investidores privados. Esses títulos são uma maneira crucial para os países levantarem dinheiro.

O que é, então, um eurobond?

Esses títulos – bonds – europeus ainda não existem, mas operariam da mesma forma que um título governamental. Exceto pelo fato de que todos os 17 países-membros da zona do euro seriam coletivamente os garantidores da dívida emitida.

O que é um mercado de títulos?

Uma vez que o título é emitido – e o governo obtém dinheiro –, o investidor tem a opção de resgatar o dinheiro investido ao final do período.

Mas o investidor também pode vender seu título nos mercados financeiros, por um preço que flutuará de acordo com o panorama para as taxas de juros. Por exemplo, se o mercado previr que as taxas de juros se elevarão drasticamente, então cairá o valor de um título que paga uma taxa fixa de 4% pelos próximos dez anos.

Os preços dos títulos também cairão se os investidores acreditarem que há um risco de o governo emissor do título não ser capaz de cumprir com o pagamento anual dos juros ou mesmo de pagar o papel na ocasião de seu vencimento – são esses temores que estão jogando para baixo o valor dos títulos irlandeses.

O que é o "yield do título"?

Soa complicado, mas não é. O "yield" é o retorno recebido por um investidor que compra o título ao preço de hoje do mercado.

Por exemplo: um título foi vendido por um determinado governo por 100 euros, pagando uma taxa anual de juros de 4%, ou seja, 4 euros por ano. Esse yield (retorno) é de 4%. Mas, então, digamos que o preço do título caia para 50 euros. O pagamento de juros ainda é de 4 euros por ano. Sendo assim, para um investimento de 50 euros, o investidor passa a receber um yield de 8%.

A importância dos mercados é que eles determinam o quanto custará para um governo se endividar

Comentaristas do mercado de títulos geralmente citam os yields do título, em vez dos preços. O conceito-chave a ser lembrado é que as más notícias derrubam os preços dos títulos, o que por sua vez faz elevar os yields (retornos) desses títulos.

Qual a importância dos mercados de títulos?

Eles são importantes porque determinam o quanto custará para um governo obter dinheiro emprestado.

Quando um país precisa de dinheiro, ele emite novos títulos. Mas esses títulos têm de pagar taxas de juros anuais, que são próximas ao retorno atual para títulos emitidos anteriormente e que agora estão sendo negociados no mercado.

Sendo assim, se uma crise de confiança em um governo derruba o preço dos títulos e eleva os yields, esse governo terá de pagar mais por novos empréstimos – provavelmente muito mais. (Mas lembre-se de que isso não afeta o custo do pagamento das taxas anuais de juros dos títulos emitidos previamente, porque essas taxas são fixas para a vida útil do título).

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Economia: Renda Extra é o grande acelerador da estabilidade financeira.

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Se você quer uma alternativa para acelerar a sua caminhada em direção a independência financeira, a Renda Extra é uma delas.

Com a Renda Extra você pode antecipar sua independência financeira,
pois com ela você pode aumentar bastante a quantidade mensal de dinheiro investido.

No artigo sobre “Gastar menos do que ganha” (http://blog.financeiramenteinteligente.com/?p=49) falamos sobre a importante de gastar menos do que se ganha, pois assim você terá dinheiro mensalmente para investir em sua independencia financeira, como ilustrado abaixo:

Se você persistir nessa “fórmula”, na qual a maioria das pessoas segue, sabendo investir bem o dinheiro que sobra mensalmente, provavelmente irá alcançar a sua independência financeira no longo prazo.

Mas se você pudesse antecipar essa independência financeira, como seria? Você poderia antecipá-la de 2 formas:

1 – Sabendo investir melhor o dinheiro que sobra. Para isso você precisa investir em sua Inteligência Financeira. Você pode fazer isso de várias maneiras, a primeira delas é com esse blog, na janela ao lado você pode colocar seu email e receber todas as atualizações por email.

Você também pode me seguir no twitter (http://www.twitter.com/fin_inteligente) e receber além das atualizações do blog, várias notícias e informações para aumentar sua inteligência Financeira. Além das atualizações por email e do Twitter nós também temos nosso Canal no Youtube (http://www.youtube.com/financeiramenteintel) com vídeos para desenvolver sua Inteligência Financeira.

2 -A 2ª forma de você antecipar a sua independência financeira é criando uma renda extra. Assim, além do dinheiro que sobra da sua renda principal você ainda contará com o dinheiro da renda extra para investir em sua independência financeira.

O resultado é mais dinheiro para você investir na sua independência financeira e, se você desenvolver a sua Inteligência Financeira, além de mais dinheiro para investir, você terá mais lucro. O resumo de tudo é ilustrado no exemplo abaixo:

Espero que esse artigo tenha contribuído para sua Inteligência Financeira e que você consiga criar uma renda extra para aumentar a quantidade de dinheiro investida mensalmente.

Conheça os 04 passos para tornar a sua independência Financeira.

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A maneira mais inteligente de antecipar a Independência Financeira é investindo mais dinheiro mensalmente. Investir mensalmente é o primeiro passo para caminhar em direção à Independência Financeira.

A quantia investida mensalmente determina quanto tempo você chegará ao seu objetivo. Esse artigo tem objetivo de lhe apresentar 4 dicas de como você investir um ótima quantia de dinheiro mensalmente e antecipar a sua Independência Financeira.

Para isso vou lhe apresentar 4 dicas muito valiosas, que se colocadas em práticas irá fazer que você consiga investir uma grande quantia de dinheiro mensalmente e antecipar a sua Independência Financeira. Segue as 4 dicas:

Dica nº1: Gaste menos do que ganha e invista 10% do seu salário

Esse é o primeiro passo para a Independência Financeira. Gaste menos do que ganha e investa 10% do seu salário. Seguindo esta 1º dica você já estará na frente da maioria dos brasileiros da corrida para Independência Financeira. Se você tem dificuldades neste primeiro passo, procure aumentar a sua Educação Financeira para conseguir poupar mais. Uma coisa importante é direcionar esses 10% para investimentos quando você recebe o salário, assim ele não será gasto durante o mês. Essa 1º dica é fundamental para as pessoas que almejam alcançar a Independência Financeira, se você é uma dessas pessoas, gaste menos do que ganha e invista 10% do seu salário. Se você quer saber mais sobre a 1º dica veja o artigo: Gastar menos do que se ganha: O primeiro passo para Independência Financeira

Dica nº2: Tenha um Renda Extra

Uma ótima maneira de ter mais dinheiro para investir mensalmente é criar uma Renda Extra. Invista 80% da sua Renda Extra e os outros 20% lhe presentei pelo esforço. Seguindo esta dica você aumentará significativamente a quantia de dinheiro que investe mensalmente, chegando até a dobrar, e irá antecipar consideravelmente a sua Independência Financeira. Para saber mais sobre antecipar a sua Independência Financeira com a criação de uma Renda Extra veja o artigo: Renda Extra: O acelerador para Independência Financeira

Dica nº3: Quando aumentar a sua renda, não aumente suas despesas

Essa dica talvez seja a mais difícil de aplicar, mas ela lhe trará muitos resultados ao antecipar a sua Independência Financeira. O que acontece com a maioria da população é que toda vez que a sua renda aumenta, as suas despesas aumentam também, assim o aumento da renda não tem muito efeito na caminhada em direção a Independência Financeira. É de fundamental importância de quando aumentar a sua renda as suas despesas permanecer a mesma, assim você terá mais dinheiro para investir mensalmente.

Um grande exemplo de pessoa que seguiu este exemplo e alcançou a Independência Financeira está descrito na Edição de Dezembro de 2010 da Você S/A. O nome dele é Angel Bermudez e ele começou a investir 30% do seu salário. Enquanto a sua Renda crescia ele seguia a 3º dica e não aumentava as suas despesas. Em mais ou menos 10 anos ele alcançou a sua Independência Financeira e hoje investe 60% do seu salário.

Outro grande exemplo disto é o guru brasileiro das finanças pessoas Gustavo Cerbasi. Em entrevista a Exame ele conta que em sua caminhada em direção a Independência Financeira, conquistada aos 33 anos, ele chegou a guardar 85% do salário dele e da mulher. Ele conta na entrevista que isso teve uma papel fundamental em sua conquista da Independência Financeira. Gustavo Cerbasi também falou que conseguiu guardar 85% do salário dele e da mulher seguindo a dica nº3, que é toda vez que a renda aumentar, não aumentar as despesas e sim aumentar os investimentos mensais.

Dica nº4: Invista para aumentar a sua Renda Passiva

A 4ª dica é muito importante, pois ela cria um crescimento ilimitado da quantia de dinheiro que investe mensalmente. Seguindo as 3 primeiras dicas você terá uma boa quantia de dinheiro para investir mensalmente, investindo este dinheiro em Renda Passiva (investimentos que lhe trazem uma renda mensal sem você precisar trabalhar) fará a sua Renda mensal aumentar. Reinvestindo a sua Renda Passiva em mais investimentos que lhe trazem Renda Passiva irá criar um crescimento contínuo do dinheiro que você investe mensalmente e da sua Renda Passiva. É por isso que esse passo é fundamental para antecipar a sua Independência Financeira. Para saber como você pode investir para aumentar a sua Renda Passiva, veja o artigo: Renda Passiva: O dinheiro das pessoas financeiramente independentes

Seguir essas 4 dicas em sinergia irá lhe trazer grandes resultados para você. Planeje-se se veja como pode aplicar cada dica em sua vida e antecipar a sua Independência Financeira.

domingo, 11 de setembro de 2011

DDA - Entenda o que é o Boleto Bancário Eletrônico.

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Hoje estarei á convidá-los a ler uma matéria que fiz sobre o DDA – um novo sistema de boleto bancário eletrônico que estreou no Brasil ontem (segunda-feira, 19/10). (esse post precisou ser republicado após a mudança, sorry).

Explicando de maneira resumida, quem se cadastrar poderá receber eletronicamente (pelo internet banking, ou visualizar pelo caixa eletrônico ou mesmo consultar por telefone) vários tipos de boleto de cobrança: a mensalidade da faculdade, a assinatura de um jornal ou revista, etc.

É um serviço mega bacana para você, que já usa o banco pela internet, aproveitar e receber os boletos por lá.

Evita aquele montão de correspondências que chegam na nossa casa e vão pro buraco negro, desaparecem, e faz a gente esquecer de pagar, ter de pagar atrasado, com multa e por aí vai…

Ajuda também a organizar as finanças – lógico, para quem já é familiarizado com ‘coisas de internet’.

O Débito Direto Autorizado (DDA), sistema de boleto bancário eletrônico, entrou em funcionamento no dia (19/10). O mecanismoestava em testes por alguns bancos desde 2008, deve substituir a impressão de mais de um bilhão de boletos em papel nos próximos três anos.

Clientes dos principais bancos do País que se cadastrarem por meio do atendimento de suas agências começarão a receber os boletos de cobrança, como a fatura do cartão de crédito, a mensalidade da faculdade ou a assinatura de uma revista, eletronicamente. Cabe a cada banco definir como informar ao cliente da chegada de um novo boleto e, ao cliente, decidir a forma mais cômoda de consultá-los e pagá-los.

“Imagine que você vai viajar e, ao retornar, há três boletos bancários em baixo de sua porta, dois deles já vencidos. É o tipo de problema que, com o boleto eletrônico, vai acabar”, explicou Leonardo Ribeiro, superintendente de cash managent do Grupo Santander.


Cobrança


O executivo explica que o fato de o DDA chegar eletronicamente para o cliente não significa que ele será pago automaticamente. “Se aparecer um boleto que você não reconheça a cobrança, o cliente terá a opção de rejeitá-lo”, disse. “O banco vai pegar essa informação de 'não reconhecimento de cobrança' e vai mandar para a instituição que tenha emitido o boleto”.

Os clientes dos bancos Santander e Real, explicou Ribeiro, deverão optar no momento da assinatura do termo de adesão o canal pelo qual preferem ser avisados sobre a chegada de novos boletos, e devem se comprometer a acessar esse canal periodicamente.

Desenvolvido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o DDA deve auxiliar na gestão financeira dos correntistas, seja pessoa física, seja jurídica. “A ferramenta é para um público que já tenha propensão a usar ferramentas eletrônicas”, afirma Ribeiro. “Por isso o trabalho do banco será de esclarecimento, para que o cliente entenda e use a ferramenta de forma consciente”.


Aviso


O Bradesco criou um sistema de alerta que enviará uma mensagem de texto ao celular dos clientes cadastrados no DDA informando sobre a chegada de um novo boleto eletrônico. “Abrimos todos os nossos canais, caixa eletrônico, internet, atendimento telefônico e nas agências, para o cliente poder consultar o título e fazer o pagamento”, disse o gerente do departamento de comercialização de produtos e serviços do Bradesco, Rizaelcio Machado de Oliveira. O envio do SMS será gratuito.

Oliveira destaca como uma das principais vantagens do boleto eletrônico a possibilidade de emissão da chamada “cobrança com registro”. Atualmente, a maioria dos boletos são emitidos diretamente pelas empresas (uma faculdade, por exemplo, imprime diretamente a cobrança da mensalidade, sem que haja qualquer registro desse boleto no banco). Com a cobrança registrada eletronicamente, será mais fácil às empresas controlarem seu fluxo de caixa, sabendo o quanto têm para pagar e receber.

“Vamos adicionar ao DDA o serviço de processamento online de cobrança. A cada 60 minutos, nosso sistema vai processar todos os pagamentos de boletos eletrônicos e informar ao cliente pessoa jurídica que emitiu a cobrança quantos boletos foram pagos naquela última hora”, explicou o executivo do Bradesco.

O banco, ainda segundo Oliveira, vai ajudar às empresas clientes a reduzir seus custos com emissão de boletos bancários, informando-as quais de seus clientes são cadastrados no DDA. “Pela cobrança com registro, se a empresa for emitir 100 boletos em nome dos clientes e 70 deles forem cadastrados no DDA, podemos informa-los quem são os usuários do DDA, para que eles economizem na impressão e distribuição de boletos impressos.

Restituição do Imposto de Renda e 13º Salário, saiba como guardar e poupá-los.

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Para muita gente, hoje é dia de receber restituição do imposto de renda. Uma grana sempre esperada, sempre bem-vinda.

Aliás, em data bastante oportuna também, afinal novembro é data de primeira parcela do 13º (a segunda parcela pode ser paga até o dia 20 de dezembro).

Nadando em dinheiro, quero saber: você tem um plano para usar direitinho o seu 13º e sua restituição?

Sei que esse é um post recorrente, mas tenho certeza que muita gente vai usar errado o dinheiro extra. ERRADO é um termo forte? É.

Mas muitas pessoas usam errado mesmo!

Quer um exemplo? Se você tem carro, em janeiro terá IPVA para pagar. Por acaso seu salário de janeiro será maior que o de dezembro? Se não for, você vai precisar arranjar dinheiro para pagar o IPVA. Ou vai querer parcelar.

Só que o fato de parcelar fará você reduzir seu salário nos primeiros meses do ano, o que não é muito legal (o parcelamento rola em três vezes: jan/fev/março).

Vamos pensar: Não faz mais sentido pagar tudo logo de uma vez, já que você recebeu uma graninha extra, e ficar livre? Sem contar que pagando à vista em janeiro TEM DESCONTO!

Ga$tar, ga$tar


Ah, mas as pessoas não fazem isso porque no fim de ano elas querem mais é enfiar o pé na jaca e gastar meeeesmo. Que beleza!

Mas entrar o ano-novo cheio de dívida, não é legal. Eu não acho, pelo menos.

Prefiriria mil vezes passar o ano novo vendo os fogos de artifício do meu quintal do que viajar e não saber quanto tempo vou levar para pagar as despesas dessa viagem.

Bom, só até aqui já foram mais duas dicas: a primeira é não criar dívidas logo para o começo do ano.

Lá vai a outra: o dinheiro extra, serve também para a viagem de fim de ano e para as compras de Natal, para a ceia, para todas essas despesinhas extras de final de ano.

Tente restringir seus gasos natalinos ao valor do seu 13º (e da restituição), lembrando das contas também extras que surgem depois – em janeiro
, o mês das trevas para as finanças pessoais.

No fim, o que o 13º acaba fazendo não é nos dar uma baita grana extra para o que quisermos fazer. O 13º acaba sendo uma grana extra para cobrir nossas despesas extras. Se você entender isso, conseguirá entrar no ano novo sem dívidas, honrar todos os seus compromissos de começo de ano e ainda usufruir de algumas coisinhas legais, como uma viagem e umas compras.

Lembre-se: a dica acima precisa ser adaptada à sua realidade. Eu uso minha realidade como exemplo, só pra ajudar. No meu caso, meu 13º será dividido em: IPVA, reservinha para uma viagem barata e curta (que eu ainda nem sei pra onde.. rs) e pagar o empréstimo (sem juros) que fiz com meu irmão para comprar meu carrinho.

Você tem suas prioridades, então, faça você seu plano. Aproveite os benefícios do dinheiro extra dessa época do ano para se regularizar, colocar as contas em dia, passar o ano-novo “no azul”. Acredito muito nas vibrações positivas que isso pode trazer.

Se vc ñ acreditar nisso, acredite ao menos no benefício de estar livre do estresse das dívidas. Aproveite!!!

sábado, 10 de setembro de 2011

Aprenda a ter mais qualidade de vida hoje e um futuro financeiro garantido.

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Como você pode desfrutar de uma melhor qualidade de vida sem afetar as suas finanças pessoais? Nesse artigo iremos abordar como você pode ter mais prazer e qualidade de vida no presente e ainda garantir um futuro com segurança financeira.

Parece que muitas pessoas vivem em um dilema de aproveitar a vida no presente ou poupar o dinheiro para garantir um futuro com segurança financeira.

A grande verdade é que você pode adquirir os dois apenas diminuindo as despesas que geralmente representam mais de 70% do orçamento doméstico, as depesas “fixas” relacionadas ao seu padrão de vida. Isso mesmo, o grande segredo é diminuir o seu padrão de vida para ter dinheiro para seu lazer e qualidade de vida e para garantir um futuro com segurança financeira.

Quais resultados um alto padrão de vida gera para você? Os gastos “fixos” mensais, derivados do transporte, alimentação, prestações, acabam por engessar o seu orçamento doméstico, assim todo o seu salário já está pré-encaminhado mesmo antes de você recebê-lo.

Esses gastos “fixos” só geram para você um alto padrão de vida e uma sensação de que não recebe o suficiente. Muitos ficam pensando que se ganhassem mais um pouco poderiam investir mais em seu lazer e em sua futura segurança financeira, mas a realidade é que se isso acontecesse eles aumentariam ainda mais os seus gastos “fixos”.

O primeiro passo que você deve dar para ter qualidade de vida hoje e um futuro com segurança financeira é diminuir o seu padrão de vida, ou seja, eliminar ou diminuir seus gastos “fixos”. A partir disso você terá dinheiro para investir em sua futura segurança financeira e para ter qualidade de vida no presente.

Para ter sucesso com esse plano e ter uma qualidade de vida hoje e garantir um futuro com segurança financeira, é importante que você siga a seguinte divisão da sua renda mensal:

Seguindo essa divisão você, além de poupar para garantir um futuro com segurança financeira, irá ter mais qualidade de vida. Poderá fazer coisas que lhe dão prazer, como dar um bom presente para seus filhos e familiares, fazer uma surpresa para o seu companheiro(a) ou até viajar e conhecer novos lugares.

Isso pode até parecer estranho, mas é incrível como as pessoas que reduzem seu padrão de vida podem usufruir de mais coisas lhe dão prazer e ainda garantir um futuro com segurança financeira.

Uma dica de ouro para você aproveitar melhor o dinheiro reservado para a sua qualidade de vida é utilizar as compras coletivas. As compras coletivas são uma ótima maneira de você ter lazer sem gastar muito.

Um dos sites que trabalha nesse modelo e pode contribuir muito para que você reduza efetivamente os seus custos fixos com lazer e qualidade de vida é o www.viagemmania.com.br

O Viagem Mania é um site focado em turismo que oferta semanalmente viagens práticas e rápidas com um grande desconto, geralmente acima de 50%.

Assim, com preços mais acessíveis, esses tipos de sites permitem que os seus usuários usufruam de uma nova experiência ou conheçam um lugar que sempre teve vontade de conhecer aumentando a sua qualidade de vida sem prejudicar as finanças pessoais do presente.

Agora você já sabe o que precisa fazer para ter qualidade de vida hoje e um futuro com segurança financeira. Basta colocar os ensinamentos em prática e usufruir de mais qualidade de vida hoje e garantir um futuro com mais tranqüilidade financeira.

Por que contratar uma consultoria financeira pessoal?

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Segundo a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), Educação Financeira é o processo mediante o qual os indivíduos e a sociedade melhoram a sua compreensão em relação aos conceitos e produtos financeiros.

De maneira que com informação, formação e orientação clara, possam desenvolver os valores e as competências necessárias para se tornarem mais conscientes das oportunidades e riscos neles envolvidos.


Objetivo principal


O aprendizado financeiro contribuirá para que o indivíduo faça escolhas conscientes, saiba onde buscar informações e sejam capazes de melhor gerir sua vida financeira contribuindo assim para a melhoria do seu bem-estar e com o crescimento do país.


Por que contratar uma consultoria financeira pessoal?


A educação financeira tornou-se necessária mediante a variedade e a complexidade dos produtos financeiros existentes, o que torna mais difícil para o cidadão comum a tomada de decisões. Outros fatores que apontam para a demanda desse tipo de aprendizado são:

  • A expectativa maior de vida após a aposentadoria. É preciso começar a projetar e investir no futuro, para que a melhor idade seja repleta de realizações, saúde e bem-estar familiar;
  • Maior número de jovens (principalmente universitários) preocupados com seu futuro financeiro. Ferramentas de apoio, incentivo e material educativo são capazes de mudar o comportamento e a relação dos jovens com o dinheiro. A consultoria oferece atendimento especializado e focado nas características de cada pessoa;
  • Riscos de endividamento devido à facilidade e popularização do crédito. Com o suporte de um consultor é possível renegociar dívidas, alterar o fluxo de caixa da família e passar a investir e poupar.


Áreas de atuação

Oferecemos o serviço de acompanhamento pessoal através de consultoria financeira. O trabalho individual, através de sessões de até 90 minutos, se mostra uma maneira muito eficiente para:

  • Livrar-se do endividamento;
  • Designar, respeitar e alcançar objetivos financeiros;
  • Implementar um controle financeiro doméstico eficiente;
  • Compreender e decidir-se com bom senso entre as alternativas de investimento disponíveis;
  • Transmitir conhecimentos específicos de finanças para profissionais que necessitem desse suporte;
  • Colocar em prática o planejamento familiar;
  • Renegociar dívidas;
  • Empreender.

Toda a orientação é realizada de maneira direta, em caráter pessoal e individual, com profissionais especializados. Oferecemos material de acompanhamento, apostila e livros para que, mesmo nas atividades realizadas sem a presença do consultor, os resultados sejam atingidos. Conheça nossa metodologia e agende uma sessão!

Entre em contato
Telefones: (11) 9588-5826 ou (35) 3622-4144, das 9h às 18h.


Consultoria em Pedagogia Empresarial


A Pedagogia Empresarial procura cultivar, desenvolver e promover a capacidade de aprendizagem dentro das organizações. O pedagogo neste contexto é um orientador e condutor do processo educacional nas relações de trabalho. Cabe à Pedagogia Empresarial a busca por metodologias que garantam uma melhor aprendizagem/apropriação de informações e conhecimentos dentro da empresa.


Objetivo Principal

O trabalho desenvolvido tem como finalidade provocar mudança de comportamento dos funcionários e gestores de modo que estes melhorem a qualidade do seu desempenho profissional e pessoal.


Por que contratar uma assessoria Pedagógica Empresarial?

Atualmente, o conhecimento é o principal diferencial competitivo e as empresas encontram na Pedagogia Empresarial uma grande aliada nesse desafio. Diante do nível de exigência de qualidade em produtos e serviços a Pedagogia Empresarial se ocupa em delinear frentes para que ocorra o desenvolvimento dos profissionais. Quando se opta pela intervenção pedagógica, alguns resultados imediatos são a melhora do contexto organizacional, do processo produtivo e consequentemente redução de custos mensais. Cada intervenção pedagógica é personalizada aumentando a eficácia dos
resultados.


Áreas de atuação:

  • Diagnóstico pedagógico do contexto e processos empresariais;
  • Marketing interno;
  • Acompanhamento individual: atendimento ao gestor e aos funcionários na busca pela melhoria de suas atividades e descoberta de potenciais;
  • Implantação de programas de melhoria de qualidade dos processos e das rotinas administrativas;
  • Apoio e mediação em reuniões entre sócios e entre empresa/colaborador;
  • Auxílio na elaboração de treinamento para capacitação de profissionais;
  • Elaboração da missão da empresa e construção de instrumentos de apoio e facilitadores dos processos de trabalho como o organograma, fluxograma, padronização de processos;
  • Desenvolvimento e execução de um programa de acolhida ao novo funcionário;
  • Gestão do conhecimento organizacional.