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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Presidenta Dilma relata em NY que crise afeta mais mulheres.

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Pobreza, analfabetismo, falhas do sistema de saúde, conflitos e violência sexual atingem mais as mulheres, que também têm salários mais baixos e presença reduzida nas instâncias de poder.

E a situação pode se agravar com a crise, disse Dilma em Nova York, durante evento promovido pela ONU Mulher.

"Apesar de alguns avanços notáveis, a desigualdade permanece em pleno século 21. São as mulheres que mais sofrem com a pobreza extrema, com o analfabetismo, com as falhas do sistema de saúde, com os conflitos e com a violência sexual.

Em geral, as mulheres recebem salários menores pela mesma atividade profissional e têm presença reduzida nas principais instâncias decisórias", disse Dilma durante o Colóquio de Alto Nível sobre a Participação Política de Mulheres, diálogo promovido pela ONU Mulher, agência das Nações Unidas dedicada à mulher.

"A crise econômica e as respostas equivocadas a ela podem agravar esse cenário, intensificando a feminização de pobreza", destacou a presidenta. Por isso, combater as consequências e também as causas da crise é essencial para o empoderamento das mulheres", ressaltou a presidenta.

Dilma enfatizou que seu governo tem se esforçado para mudar o cenário de desvantagem da mulher no Brasil. "Tenho me esforçado para ampliar a participação feminina nos espaços decisórios. Dez ministérios do meu governo são comandados por mulheres.

Em especial, quero enfatizar que o núcleo central do meu governo é constituído por mulheres ministras.

O Brasil criou, em nível ministerial, a Secretaria de Políticas para Mulheres, cujo objetivo é incorporar a perspectiva de gênero em todas as políticas públicas", destacou a presidenta.

Ela reconheceu, no entanto, que ainda há muito o que fazer para o país chegar a uma situação igualitária entre homens e mulheres nas instâncias de poder.

"Fui eleita presidenta do Brasil 121 anos depois da proclamação da República e 78 anos depois da conquista do voto feminino. Somos 52% dos eleitores, mas apenas 10% do Congresso Nacional", disse a presidenta.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Economia: Serasa e SPC - Aprenda como eliminar suas pendências.

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Navegando pela internet, em jornais, ou qualquer outra publicação com certeza você já se deparou com estes tipos de anúncio: “Limpe seu nome do Serasa ou SPC sem pagar a divida”, “Saia do Serasa. Quer saber? Pergunte-me como!” e tantas outras fanfarronices.

O que estes sites fazem na maioria das vezes é vender uma cartilha ensinando os passos que devem ser tomados para alcançar esta façanha esperta.

Na verdade eles não fazem nada, nesta cartilha ensinam formas para driblar a justiça.

Muito bem. Para você que por algum motivo passou cheques sem fundos, ficou com dividas no cartão de crédito ou teve um titulo protestado, com certeza seu nome foi para o Serasa, em caso de compras no comércio o seu nome é negativado no SPC.

No primeiro caso do Serasa você fica impedido de obter quaisquer créditos nos bancos e financeiras oficiais, assim como comprar a crédito, também fica impossibilitado de abrir conta em banco e obter cartão de crédito, estas são as conseqüências básicas para quem deixa de honrar seus compromissos.

Claro, a maioria das pessoas deixa de pagar uma divida motivadas por algum problema financeiro, perda de emprego, ou até mau planejamento das compras, comprando muitas vezes por impulso.

Uma outra minoria são os profissionais da maracutaia, que compram e não pagam, são contumazes, e sempre estão procurando uma forma de se livrar dos problemas. Muitos utilizam de documentos falsos, usam “laranjas” profissionais, trocam o CPF (até isso) e depois vão utilizando artimanhas para “limpar” o nome, como é o caso.

Para sair do Serasa existem três formas: A primeira é pagar a divida. Quitou a “pendenga” em 48 horas você esta livre e faceiro para sair comprando novamente, como se nunca tivesse ficado devendo na vida, virgem de novo.

A segunda é deixar o débito “caducar”, depois de 5 anos do vencimento da divida (uma especifica) obrigatoriamente seu nome deve deixar o cadastro negativo do Serasa.

E o terceiro caso, onde impera a malandragem, é contestar a divida judicialmente. Você vai ao juiz alega que desconhece a divida, ou outra lorota qualquer e o juiz lhe dar uma liminar que obriga o Serasa a levantar o seu nome.

Claro, toda malandragem, quando começa a virar rotina, os juizes passam também a ficarem mais criteriosos, e começaram a ficar atentos ao golpe.

A justiça antes de conceder a liminar ira marcar audiência com o credor, este apresentando os documentos comprobatórios da divida, relevando que a divida é verdadeira, pode até vir acarretar um crime por perjúrio para o inadimplente malandro.

Então é isto. Quem conseguiu a liminar conseguiu, quem não conseguiu vai ter que seguir uma das duas outras formas, ou caso realmente desconhecer a divida ou não concordar com o valor devido, em razão de algum tipo de vicio que faça a coisa certa.

A malandragem tende a diminuir. Mais ou menos, malandro bom sempre inventa um novo golpe.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Explicamos como podem funcionar os títulos que a zona do euro discute emitir.

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O megainvestidor George Soros, por exemplo, disse que os chamados eurobonds seriam uma boa forma de reduzir os custos de empréstimos tomados por nações altamente endividadas; o ministro das Finanças da Itália, Giulio Tremonti, descreveu a ideia como a "solução mestre" para a crise da dívida no continente.

Agora, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse que proporá formalmente a ideia do eurobond para os chefes de governo europeus.

Mas o projeto também enfrenta uma oposição de peso.

O governo alemão disse que os eurobonds "não fazem sentido" no momento, dado o fato de que os países-membros da zona do euro conduzirem suas políticas econômicas individualmente, e não em conjunto.

Berlim também alega que a introdução de títulos europeus no mercado poderia diminuir o esforço de países altamente endividados em controlar seus orçamentos.

Mas o que seriam os eurobonds, bem como os títulos governamentais em que eles seriam baseados?

O que são títulos da dívida do governo?

Os governos obtêm dinheiro emprestado vendendo títulos aos investidores. Em troca do dinheiro, os governos prometem pagar uma taxa fixa de juros durante um período específico – por exemplo, 4% ao ano durante dez anos.

Ao final desse período, o investidor recebe o dinheiro emprestado, cancelando esse montante específico da dívida governamental.

Os títulos dos governos são geralmente vistos como investimentos ultrasseguros e de longo prazo, muitas vezes adquiridos por fundos de pensão, companhias de seguro e bancos, além de investidores privados. Esses títulos são uma maneira crucial para os países levantarem dinheiro.

O que é, então, um eurobond?

Esses títulos – bonds – europeus ainda não existem, mas operariam da mesma forma que um título governamental. Exceto pelo fato de que todos os 17 países-membros da zona do euro seriam coletivamente os garantidores da dívida emitida.

O que é um mercado de títulos?

Uma vez que o título é emitido – e o governo obtém dinheiro –, o investidor tem a opção de resgatar o dinheiro investido ao final do período.

Mas o investidor também pode vender seu título nos mercados financeiros, por um preço que flutuará de acordo com o panorama para as taxas de juros. Por exemplo, se o mercado previr que as taxas de juros se elevarão drasticamente, então cairá o valor de um título que paga uma taxa fixa de 4% pelos próximos dez anos.

Os preços dos títulos também cairão se os investidores acreditarem que há um risco de o governo emissor do título não ser capaz de cumprir com o pagamento anual dos juros ou mesmo de pagar o papel na ocasião de seu vencimento – são esses temores que estão jogando para baixo o valor dos títulos irlandeses.

O que é o "yield do título"?

Soa complicado, mas não é. O "yield" é o retorno recebido por um investidor que compra o título ao preço de hoje do mercado.

Por exemplo: um título foi vendido por um determinado governo por 100 euros, pagando uma taxa anual de juros de 4%, ou seja, 4 euros por ano. Esse yield (retorno) é de 4%. Mas, então, digamos que o preço do título caia para 50 euros. O pagamento de juros ainda é de 4 euros por ano. Sendo assim, para um investimento de 50 euros, o investidor passa a receber um yield de 8%.

A importância dos mercados é que eles determinam o quanto custará para um governo se endividar

Comentaristas do mercado de títulos geralmente citam os yields do título, em vez dos preços. O conceito-chave a ser lembrado é que as más notícias derrubam os preços dos títulos, o que por sua vez faz elevar os yields (retornos) desses títulos.

Qual a importância dos mercados de títulos?

Eles são importantes porque determinam o quanto custará para um governo obter dinheiro emprestado.

Quando um país precisa de dinheiro, ele emite novos títulos. Mas esses títulos têm de pagar taxas de juros anuais, que são próximas ao retorno atual para títulos emitidos anteriormente e que agora estão sendo negociados no mercado.

Sendo assim, se uma crise de confiança em um governo derruba o preço dos títulos e eleva os yields, esse governo terá de pagar mais por novos empréstimos – provavelmente muito mais. (Mas lembre-se de que isso não afeta o custo do pagamento das taxas anuais de juros dos títulos emitidos previamente, porque essas taxas são fixas para a vida útil do título).

Gregos permanecem na zona do euro, dizem líderes da Alemanha e França.

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O governo grego afirmou nesta quarta-feira que líderes do país, da Alemanha e da França concordaram em manter a Grécia como integrante da zona do euro.

A afirmação foi feita em meio a especulações do mercado de que a Grécia poderia declarar calote de sua dívida e deixar o grupo.

O governo grego também disse que está determinado a cumprir todas as metas de redução de deficit que o país havia aceitado, em troca de dois pacotes de ajuda.

"Diante dos rumores intensos dos últimos dias, todos deixaram claro que a Grécia é parte integrante da zona do euro", disse o porta-voz do governo grego, Elias Mossialos.

Ele afirmou que a garantia foi concedida ao primeiro-ministro grego, George Papandreou, durante conversas por telefone com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler (primeira-ministra) alemã, Angela Merkel.

Crescimento equilibrado

Em nota conjunta, Merkel e Sarkozy disseram que "tendo em vista os compromissos do programa de ajuda, é essencial que a economia grega retome o caminho do crescimento duradouro e equilibrado".

A União Europeia (UE) e o FMI concordaram no ano passado em dar à Grécia 110 bilhões de euros (US$ 151 bilhões) em empréstimos emergenciais para lidar com a crise que assolava o país.

Já em julho deste ano foi concedido um novo pacote de ajuda, no valar de 109 bilhões de euros (US$ 148 bilhões), que ainda precisa ser ratificado por parlamentares de diversos países da zona do euro.

A Grécia deve receber a próxima remessa do empréstimo inicial no fim deste mês. No entanto, isso só ocorrerá se inspetores da UE, do Banco Central Europeu e do FMI concordarem que o país está cumprindo as metas e cortes estabelecidos.

Há temores de que os inspetores pudessem impedir a liberação da verba. Sem esse empréstimo, o país não conseguirá honrar suas dívidas até meados do próximo mês.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

A sua independência financeira depende essencialmente da sua Inteligência Financeira. (Video)

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A sua independência financeira depende essencialmente da sua Inteligência Financeira. Para isso você precisa entender o que controla o dinheiro: o sistema financeiro.

É do Sistema Financeiro que, se você estudá-lo, entendê-lo e saber utilizá-lo, virá a sua Independência Financeira.

Por que existem cada vez mais pessoas endividadas? Por que existe cada vez mais ofertas de empréstimos? As respostas estão no Sistema Financeiro, entendê-lo levará a sua Inteligência Financeira, e conseqüentemente os seus resultados, a um novo patamar.

Abaixo explicaremoa o Sistema Financeiro de maneira ilustrativa e muito prática. Essa explicação fará você ter uma visão mais clara do Sistema Financeiro atual e lhe deixará mais consciente de onde virá a sua Independência Financeira. Abaixo segue algumas frases essenciais dos vídeos:

“A maioria do dinheiro não é produzida pela Casa da Moeda. É criada por enormes quantias diárias por corporações privadas; bancos.”

“Você já imaginou como todo mundo… governos, corporações, pequenas empresas, famílias ao mesmo tempo e em quantias astronômicas? Já se questionou como pode haver tanto dinheiro lá para emprestar? Agora você sabe.. não há. Os bancos não emprestam dinheiro, simplesmente o criam a partir de uma dívida.”

“A maioria das pessoas crê que bancos emprestam dinheiro que foi depositado lá pelos clientes. Fácil de imaginar… mas não é verdade. Na verdade os bancos criam o dinheiro que emprestam.”

“O banco, como por mágica, faz a quantia emprestada existir apenas registrando-a na conta do cliente. Parece que não pode ser verdade… mas é.”

“No presente, o dinheiro é literalmente criado como dívida. Cada novo dinheiro é criado toda vez que alguém toma um empréstimo de um banco. Como resultado, a quantidade total de dinheiro que pode ser criada tem somente como limite real o nível total de dívidas.”

“Os bancos podem criar tanto dinheiro quanto nós podemos tomar emprestado.”

“O dinheiro criado pelo governo geralmente equivale a menos de 5% do total do dinheiro em circulação. Os outros 95% são dinheiro criado pelos bancos através de dívidas.”

“Dinheiro = Dívida. Sem dívidas não haveria dinheiro.”

“Se os bancos criam uma vasta quantia de dinheiro, somos prósperos; se não, nós passamos fome.”

” A maioria das pessoas imagina que se todas as dívidas forem pagas, a situação econômica vai melhorar. Mas a verdade é exatamente oposta… não haveria nenhum dinheiro! Somos todos dependentes da contínua criação de dinheiro, ou seja, de dívidas, pelos bancos.”

Então, agora que você sabe que o que move um país é o crédito, fica claro porque somos assediados por oportunidades de crédito diariamente e porque a maioria das pessoas vive endividada. Se não fosse a dívida, o país não cresceria.

É importante lembrar que se a quantidade de dinheiro aumenta muito (dívidas) e a economia não acompanha, a diferença entre essas duas coisas gera a inflação.

Mas então, como alcançar a Independência Financeira se vivemos em meio a um sistema que quer nos endividar? A questão aqui é que há dívida boa e dívida ruim. Isso mesmo, existem dívidas que te enriquecem. Dívida boa é utilizar um empréstimo para ganhar mais dinheiro, ou seja, você cria o seu próprio dinheiro assim como o banco.

A utilização de dívidas para enriquecer é um dos mais elevados estágios da Inteligência Financeira, mas sabendo fazer isso você tem possibilidades ilimitadas, pois o governo sempre quer emprestar dinheiro, ainda mais para quem sabe o que fazer com ele.

Um grande exemplo de se enriquecer com dívida boa é o dado por Robert Kiyosaki, escritor do bestseller Pai Rico Pai Pobre. Ele fala sobre dar uma entrada na compra de uma casa para alugar e tirar um empréstimo para pagar o resto, assim o valor do aluguel pagaria as prestações do empréstimos e ainda sobraria.

Assim você compra uma casa com apenas o dinheiro da entrada e ainda ganha um renda passiva mensal. Além desta maneira, existem muitas outras utilizadas por empresas para enriquecer contraindo dívida boa.

Se você quer saber mais como enriquecer utilizando o nosso Sistema Financeiro, eu recomendo um livro do próprio Robert Kiyosaki chamado O segredo do Ricos. Neste livro ele aprofunda os conhecimentos adquiridos neste artigo, explicando mais sobre o Sistema Financeiro, como você pode alcançar a sua Independência Financeira com ele com dívidas boas. No livro ele fala que as regras do dinheiro mudaram depois que o dinheiro deixou de ser lastreado ao ouro e começou ser uma dívida, como falamos acima.

Com isso ele fala sobre as 8 novas regras para lidar melhor com o dinheiro. Esse é um dos livros que aumentou muito tanto a minha Inteligência Financeira como os meus resultados. Aproveite, pois o valor do livro é muito maior do que o preço cobrado.

Guardar dinheiro pode atrapalhar muito os seus planos de conquistar a Independência Financeira.

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Guardar o dinheiro que sobrou no final do mês pode ser uma estratégia ruim para conquistar a Independência Independência, isso porque você estará lutando contra uma força inversa chamada Inflação. Inflação é a desvalorização da moeda ou a queda do poder de compra da mesma, ou seja, o que você compra com 1 mil reais hoje precisará de mais dinheiro para comprar futuramente.

Com a Inflação, o dinheiro que você guarda e deixa parado cada vez vale menos, diminuindo o seu poder de compra. Assim, invés de você estar criando riqueza você está se desfazendo dela.

O efeito da inflação é tão grande ao ponto de desvalorizar significativamente o dinheiro que guardamos? Veremos o efeito da inflação dos últimos anos nos Estados Unidos e no Brasil.

Inflação nos Estados Unidos

Para vermos o impacto da inflação nos EUA segue a frase de Richard Duncan, escritor de “The Dollar Crisis: Causes, Consequences, Cures” e “The Corruption of Capitalism”: “A situação mundial está se deteriorando rapidamente. Desde 1971, o dólar perdeu 95% de seu valor.

Não vai demorar mais 40 anos para perder os 5% restantes. Devemos agir agora”. Com essa frase, podemos concluir que:

(1971 – 2008) – Desvalorização de 95%

Resumindo, se você você um milionário (US$ 1.000.000,00) em 1971 e guardasse o seu dinheiro, sem investir, teria apenas 50 mil dólares (US$ 50.000,00) em 2008. Realmente, o impacto da inflação na moeda dos EUA foi muito grande. E no Brasil, a inflação impactou tanto a moeda como nos EUA ao ponto de se desvalorizar significativamente?

Inflação no Brasil

No Brasil, o impacto da inflação foi ainda mais acentuado, isso porque há 30 anos atrás o Brasil ainda não tinha uma política monetária estável. Com isso, veremos a inflação no de 1970 (Cruzeiros) até 1994 (Entrada do Real) e de 1994 até 2008. Segue os dados abaixo:

(1970 – 1994) – Desvalorização de mais de 99,9%.

(1994 – 2008 ) – Desvalorização de em média 45%

Com esses dados podemos concluir que guardar dinheiro não é um bom negócio para quem almeja construir riqueza e conquistar a Independência Financeira. Se você fosse um milionário no Brasil em 1994 e guardasse seu dinheiro, sem investir, teria apenas 650 mil reais em 2008.

Isso é uma grande desvalorização e perda de poder de compra em poucos anos.

Mas hoje não vivemos em uma economia mais estável? Podemos concluir que sim, mas a inflação ainda existe e é uma das característica do capitalismo e que até os EUA, a maior potência econômica mundial, está sofrendo com ela.

Certo, mas o que podemos fazer para fugirmos da inflação e construirmos riqueza para conquistar a Independência Financeira? Abaixo segue a grande lição:

A grande lição

A grande lição é dada por Robert Kiyosaki, escritor do best seller Pai Rico, Pai Pobre e de diversos livros sobre investimentos. Segue a citação de Robert Kiyosaki: “Os ricos não trabalham por dinheiro… eles são suficientemente inteligentes para saber que a moeda vale cada vez menos”.

Essa é uma grande lição que irá contribuir consideravelmente no desenvolvimento da nossa Inteligência Financeira. Não adianta apenas guardarmos dinheiro e nem investir para ganhar mais, pois assim você entrará em uma corrida contra a inflação. O que você deve fazer é poupar dinheiro para investir em bens/ativos que irão colocar dinheiro no seu bolso regularmente, como imóveis, negócios e ações de empresas.

Assim, não importa qual moeda seja e nem se ela esta se desvalorizando, pois você terá cada vez mais bens/ativos que irão lhe trazer mais dinheiro. A partir do momento em que você tem um bem/ativo você está “seguro” da inflação, pois ele é um bem que pode ser transformado em dinheiro e acompanha a inflação, além de gerar uma renda para você.

Tudo o que você tem que fazer é poupar e investir para adquirir bens/ativos que serão como fontes de renda.

domingo, 11 de setembro de 2011

Restituição do Imposto de Renda e 13º Salário, saiba como guardar e poupá-los.

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Para muita gente, hoje é dia de receber restituição do imposto de renda. Uma grana sempre esperada, sempre bem-vinda.

Aliás, em data bastante oportuna também, afinal novembro é data de primeira parcela do 13º (a segunda parcela pode ser paga até o dia 20 de dezembro).

Nadando em dinheiro, quero saber: você tem um plano para usar direitinho o seu 13º e sua restituição?

Sei que esse é um post recorrente, mas tenho certeza que muita gente vai usar errado o dinheiro extra. ERRADO é um termo forte? É.

Mas muitas pessoas usam errado mesmo!

Quer um exemplo? Se você tem carro, em janeiro terá IPVA para pagar. Por acaso seu salário de janeiro será maior que o de dezembro? Se não for, você vai precisar arranjar dinheiro para pagar o IPVA. Ou vai querer parcelar.

Só que o fato de parcelar fará você reduzir seu salário nos primeiros meses do ano, o que não é muito legal (o parcelamento rola em três vezes: jan/fev/março).

Vamos pensar: Não faz mais sentido pagar tudo logo de uma vez, já que você recebeu uma graninha extra, e ficar livre? Sem contar que pagando à vista em janeiro TEM DESCONTO!

Ga$tar, ga$tar


Ah, mas as pessoas não fazem isso porque no fim de ano elas querem mais é enfiar o pé na jaca e gastar meeeesmo. Que beleza!

Mas entrar o ano-novo cheio de dívida, não é legal. Eu não acho, pelo menos.

Prefiriria mil vezes passar o ano novo vendo os fogos de artifício do meu quintal do que viajar e não saber quanto tempo vou levar para pagar as despesas dessa viagem.

Bom, só até aqui já foram mais duas dicas: a primeira é não criar dívidas logo para o começo do ano.

Lá vai a outra: o dinheiro extra, serve também para a viagem de fim de ano e para as compras de Natal, para a ceia, para todas essas despesinhas extras de final de ano.

Tente restringir seus gasos natalinos ao valor do seu 13º (e da restituição), lembrando das contas também extras que surgem depois – em janeiro
, o mês das trevas para as finanças pessoais.

No fim, o que o 13º acaba fazendo não é nos dar uma baita grana extra para o que quisermos fazer. O 13º acaba sendo uma grana extra para cobrir nossas despesas extras. Se você entender isso, conseguirá entrar no ano novo sem dívidas, honrar todos os seus compromissos de começo de ano e ainda usufruir de algumas coisinhas legais, como uma viagem e umas compras.

Lembre-se: a dica acima precisa ser adaptada à sua realidade. Eu uso minha realidade como exemplo, só pra ajudar. No meu caso, meu 13º será dividido em: IPVA, reservinha para uma viagem barata e curta (que eu ainda nem sei pra onde.. rs) e pagar o empréstimo (sem juros) que fiz com meu irmão para comprar meu carrinho.

Você tem suas prioridades, então, faça você seu plano. Aproveite os benefícios do dinheiro extra dessa época do ano para se regularizar, colocar as contas em dia, passar o ano-novo “no azul”. Acredito muito nas vibrações positivas que isso pode trazer.

Se vc ñ acreditar nisso, acredite ao menos no benefício de estar livre do estresse das dívidas. Aproveite!!!

sábado, 10 de setembro de 2011

Conheça as causas do descontrole financeiro.

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Você corre o risco de se descontrolar financeiramente? Nesse artigo iremos falar sobre as cinco causas dos descontrole financeiro e como você pode evitá-las.

O descontrole financeiro, segundo pesquisa do Telecheque em Janeiro de 2010, foi citado por 64,22% dos entrevistados como motivo da sua inadimplência.

Com isso, iremos abordar as cinco causas do descontrole financeiro citadas pelo consultor Wellington Moreira em suas palestras e como podemos evitá-las para ter uma vida financeira mais saudável. Abaixo segue o vídeo de parte da palestra do consultor Wellington Moreira falando sobre as cinco causas do descontrole financeiro:

Como evitar o descontrole financeiro? No vídeo acima vimos quais são as causas dele. Abaixo falaremos, de maneira prática, como evitá-los. Assim, além de diminuir significativamente a possibilidade de você se descontrolar financeiramente, você estará mais estruturado para caminhar em direção a sua Independência Financeira.

1 – Indisciplina no controle

A maneira mais prática de lidar com a primeira causa do descontrole financeiro é ter um gerenciamento financeiro. Sabendo para onde esta indo o seu dinheiro você aumentará o gerenciamento sobre ele e assim poderá verificar possíveis “furos” em seu orçamento que, posteriormente, o levarão ao descontrole financeiro.

Apesar de ser uma tarefa que necessite tempo, ela é de essencial importância para ter um controle sobre o seu dinheiro e sobre o seu futuro financeiro, pois analisando as suas planilhas de controle financeiro você pode pré-definir a sua futura situação financeira e começar a agir para melhorá-la.

Existem diversos sistemas de gerenciamento financeiro que você pode utilizar para eliminar a sua indisciplina no controle, o blog.financeiramenteinteligente.com indica o FinanceDesktop, pois é um gerenciador financeiro completo, prático e além tudo, gratuito.

2 – Padrão de vida elevado

Através da análise da sua planilha de gerenciamento financeiro você poderá verificar outras causas do descontrole financeiro, como o padrão de vida elevado, ou seja, quando os seus gastos são próximos ou maiores que os seus ganhos.Essa é a maior causa do endividamento das pessoas, pois como não controlam seu dinheiro, não consegue perceber o seu padrão de vida elevado e assim acabam com pouco ou nenhum dinheiro sobrando no final do mês. A situação financeira dessas pessoas pioram ainda mais quando são agregadas ao padrão de vida elevado as compras por impulso, os gastos sazonais e despesas extraordinárias e uma perda de emprego inesperada, as outras três causas do descontrole financeiro.

Uma das melhores maneiras de baixar o padrão de vida elevado é eliminando ou diminuindo o máximo que puder as suas despesas “fixas”, que são despesas com combustível, transporte, casa, alimentação e os demais gastos fixos mensais. Fazendo isso você também estará mais protegido das outras 3 causas do descontrole financeiro, pois as compras por impulso não terão tanto impacto sobre o seu orçamento, você terá dinheiro para lidar melhor com os gastos sazonais e despesas extraordinárias e poderá poupar mensalmente para formar um montante de dinheiro necessário para viver por alguns meses casa haja um desemprego.

Vimos que a causa do padrão de vida elevado muitas vezes desencadeia as demais outras causas do descontrole financeiro. Com isso, dedique tempo para lidar com o seu padrão de vida elevado e seus gastos fixos para ter uma vida financeira mais saudável.

3 – Compras por impulso

As compras por impulso são outra causa do descontrole financeiro. Lidar com elas não nada fácil, pois elas agem no psicológico, mas colocando em prática os exercícios das duas causas anterior você já estará mais próximo de eliminar essa causa do descontrole financeiro.

Além disso, existem maneiras de lidar diretamente com as compras por impulso, uma das mais eficientes que conheço é após querer comprar um produto, você sair para fazer outra coisa e só depois tomar a decisão, assim você conseguirá sair da situação e ver se realmente é importante comprar aquele produto. Um bom exemplo desse exercício na prática é quando você ir ao shopping, deixar o cartão de crédito no carro, você irá se surpreender com quantas compras irá desistir enquanto ir buscar o seu cartão de crédito no carro.

4 – Gastos sazonais e despesas extraordinárias

Geralmente são nos gastos sazonais e nas despesas extraordinárias (como depesas inesperadas com o carro ou casa) que as pessoas fazem as suas dívidas, pois não tem dinheiro disponível no momento devido ao padrão de vida elevado. Para lidar com essa causa você deve colocar em prática os exercícios da causa 2 e 5 do descontrole financeiro e/ou poupar um dinheiro mensalmente para esse tipo de despesas. Se prepare para elas, pois se não elas irão lhe pegar de surpresa.

5 – Falta de provisões

Como falado no vídeo, a causa falta de provisões é devido a uma perda de emprego inesperada. A solução prática para essa causa do descontrole financeiro é poupar mensalmente um dinheiro para deixar reservado caso ocorra isso. Essa reserva deve ser grande o suficiente para manter os gastos da sua família por seis meses caso haja uma perda de emprego.


Dificuldades em lidar com seu dinheiro, aprenda passo a passo como garantir suas finanças.

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Sou um grande defensor da idéia de que nossas finanças são algo importante demais para serem “terceirizadas”, mas em algum momento as pessoas podem precisar de ajuda profissional especializada.

Em toda família, sempre tem algum membro que acha que consegue curar qualquer doença com óleo de rícino ou alguma outra substância pitoresca.

Da mesma forma, é só falarmos que estamos passando por algum problema financeiro que logo aparece um “Einstein das finanças” propondo uma solução simples (a palavra mais adequada seria “simplista”) para um problema complexo.

Algumas pessoas gostam de dar palpites na vida financeira alheia da mesma forma que dão palpites na escalação da Seleção Brasileira.

Como, então, saber quem procurar e em quem confiar em um mundo em que sempre há um “gênio não-descoberto” das finanças pronto para dar palpites na administração do dinheiro alheio?

Vamos ver, a seguir, alguns tipos de profissionais a quem devemos recorrer quando precisamos de apoio financeiro. É importante saber “quem é quem” e “quem faz o quê”, para que possamos escolher a pessoa certa para a situação certa.


O gerente de banco

O gerente de contas (ou “gerente de banco”) é o profissional responsável pelo relacionamento do banco com seus clientes. Sua função primária é “vender” os produtos e serviços do banco. Sua função secundária é ajudar os clientes e orientá-los no uso adequado desses produtos e serviços.

É preciso deixar claro essa diferença entre a função primária e secundária, pois o cliente precisa entender que, quando ele busca orientação de um gerente de banco, há um conflito de interesses inerente. As instituições financeiras estão conscientes desse conflito e, por isso, cada vez mais exigem que seus profissionais sejam certificados para assegurar que atendam a rigorosos padrões técnicos e éticos.

Em geral, gerentes de banco são pessoas capacitadas e altamente íntegras, mas em algumas situações podem acabar induzindo clientes a tomar decisões que não são as melhores para eles. Isso pode ocorrer por despreparo, por pressão do empregador para cumprimento de metas comerciais ou mesmo por algum deslize ético. Por isso, é sempre interessante ter algum grau de educação financeira para poder discutir com seu gerente de igual para a igual. Na dúvida, nunca se esqueça que o gerente trabalha para o banco, e não para você.


O administrador de carteiras

O administrador de carteiras é um profissional autorizado pela CVM a tomar decisões de investimento em nome de seus clientes. Em poucas palavras, isso significa que ele pode “mexer no seu dinheiro”, comprando ações e títulos sem necessariamente consultá-lo antes.

Os requerimentos para se tornar administrador de carteiras são rigorosos, por causa do potencial “estrago” que podem causar nas contas dos clientes caso não trabalhem corretamente. Se você precisa de alguém para “tomar conta” de seus investimentos, tomando decisões em seu lugar, você precisa de um administrador de carteiras.

Os administradores de carteiras autorizados a trabalhar estão listados no site da CVM (www.cvm.gov.br), na seção “Participantes do mercado”. Certifique-se que o nome do profissional está lá antes de contratar qualquer serviço. Em geral, administradores de carteira que trabalham de forma independente são remunerados através de um percentual dos lucros que eles geram.


O consultor de valores mobiliários

Mais um profissional de quem o registro na CVM é exigido. O papel do consultor de valores imobiliários é dar recomendações de compra e venda de valores mobiliários, como ações e debêntures. Esse é o profissional que você deve consultar caso queira saber qual ação deve comprar ou vender.

Os consultores de valores mobiliários também estão listados no site da CVM. Consulte o registro antes de contratar serviços de profissionais que se apresentam como tal. A remuneração do consultor de valores mobiliários é cobrada diretamente do cliente. Para evitar conflitos de interesse, consultores de valores mobiliários não devem receber comissões por suas indicações de produtos e serviços financeiros.


O analista de valores imobiliários


É um profissional, também registrado na CVM, que tem como função elaborar estudos que sirvam de base para decisões financeiras. Normalmente, esses profissionais trabalham para instituições financeiras e consultorias especializadas. Eles podem dar suas opiniões sobre os ativos financeiros que analisam, mas não podem induzir pessoas diretamente a tomar decisões – esse é o trabalho do consultor de valores mobiliários.


O agente autônomo de investimentos

É, grosso modo, um “representante comercial” de instituições financeiras. Sua função é, basicamente, comercializar produtos da instituição que representa e prover um suporte técnico limitado a seus clientes. Ele não pode exercer atividades como administração de carteiras ou consultoria, a não ser que esteja autorizado pela CVM.

O caminho para se virar um agente autônomo de investimentos é relativamente fácil. É preciso apenas segundo grau completo e não é exigida experiência anterior. Basta passar na prova e não estar legalmente impedido. Por isso, dentre as funções regulamentadas pela CVM, é aquela que apresenta maior número de restrições e limitações.

A remuneração dele é paga pela instituição que ele representa, e nunca pelo cliente. Assim como outros profissionais registrados na CVM, seus nomes estão disponíveis no site da autarquia para consulta.


O planejador financeiro

Também conhecido simplesmente como “consultor financeiro”, é o profissional que tem como função ajudar o cliente a resolver situações pontuais (como negociar uma dívida ou planejar a aposentadoria) ou então fazer um planejamento financeiro completo, que pode envolver toda a família do indivíduo.

O planejador financeiro não pode exercer atividades reservadas aos profissionais registrados na CVM, a não ser que ele mesmo seja um deles. O planejador financeiro pode, em muitos casos, trabalhar em conjunto com um consultor de valores mobiliários ou administrador de carteira.

A profissão de planejador financeiro não é regulamentada, mas existe uma certificação chamada CFP (Certified Financial Planner), muito popular nos EUA e que no Brasil é emitida pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF), ligado à ANBIMA. A certificação não é obrigatória, mas como o processo para obtê-la é bastante rigoroso, escolher um profissional certificado dá alguma segurança de que ele está alinhado com altos padrões técnicos e éticos. Os profissionais certificados estão listados no site do IBCPF em www.ibcpf.org.br.


O coach financeiro

O coach (“treinador”) é um profissional cujo trabalho é capacitar seu cliente para atingir um determinado objetivo – no caso, financeiro. O coach não é um consultor – no sentido de ser alguém que diz ao cliente o que ele deve fazer. O coach orienta o cliente em um processo de aprendizado e capacitação, para que ele possa tomar decisões e atingir objetivos por si mesmo.

O coaching não é regulamentado. Tecnicamente falando, qualquer um pode sair por aí dizendo que é coach, por isso é importante conhecer a reputação e o histórico do profissional antes de contratá-lo. Existem inúmeras entidades que “certificam” coaches, mas nenhuma delas tem qualquer reconhecimento oficial.

Se o processo de coaching for bem sucedido e bem conduzido, espera-se que o cliente esteja capacitado a cuidar de sua vida financeira e não precise de orientação de nenhum dos profissionais anteriormente descritos.


O picareta

Esse nem sempre é tão fácil de identificar. Existem picaretas de todos os tipos, tamanhos e cores. Tem aquele que você sabe que é picareta a quilômetros de distância; e também tem aquele que em nada aparenta ser um picareta, mas que também é.

Alguns picaretas podem inclusive ser profissionais certificados por órgãos oficiais e com histórico profissional impecável, mas que foram seduzidos pelo “lado picareta da força”.

Fique atento a supostos profissionais financeiros que oferecem investimentos fantásticos, com retorno “garantido”, ou que propõem esquemas obscuros de resolução de dívidas (onde você tem que colocar “algum dinheiro” na frente).

Você pode estar de cara com um legítimo picareta. Se encontrar um deles, corra! Corra muito! E avise as autoridades.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

BC reduzirá projeção de crescimento em 2011 a 3,5%.

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O Banco Central (BC) já trabalha com uma projeção de crescimento de cerca de 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, afirmou uma fonte do governo à Reuters.

A nova estimativa está abaixo da expansão de 3,79% prevista por analistas do mercado, segundo a última sondagem Focus divulgada na semana passada.Esta semana o BC surpreendeu ao reduzir em 0,5 ponto a taxa básica de juros (Selic).

A maioria dos analistas esperava manutenção da taxa em 12,50%, com alguns investidores apostando em redução de 0,25 ponto.

O Comitê de Política Monetária (Copom), do BC, justificou a decisão argumentando que o cenário externo deteriorado contribuirá para intensificar a desaceleração doméstica já observada no segundo trimestre.

Oficialmente, o prognóstico do BC ainda é de expansão de 4%, mas o dado será revisto no final de setembro na divulgação do relatório trimestral de inflação.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta sexta-feira que o PIB cresceu 0,8% no segundo trimestre na comparação com o primeiro.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Entenda como esta nossa Economia Nacional e Mundial.

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A recente globalização das trocas comerciais e dos serviços a nível global veio revelar as fragilidades do modelo de desenvolvimento dos países e das regiões, especialmente os mais periféricos e/ou de sub-desenvolvimento relativo, demonstrando a sua incapacidade para promover o desenvolvimento efectivo das regiões em questão, agora cada vez mais sujeitas à competição com outras regiões na captação dos recursos “motores” desses investimentos.

Este tema tem vindo a ser objecto de uma profunda e regular investigação realizada no âmbito da SaeR ao longo dos anos, nomeadamente centrada sobre os modelos económicos teóricos adequados à instalação de mecanismos saudáveis de desenvolvimento económico das regiões e países e, igualmente, a ser objecto da produção de diversos projectos de desenvolvimento, tanto de carácter regional como sectorial, realizados para o Estado Português e para diversos Estados da CPLP.

As metodologias de análise, diagnóstico e acção desenvolvidas na SaeR relativas a esta problemática fundamentam-se sempre, e para além de uma atitude da maior e mais absoluta independência face a quaisquer tipos de interesses, em aprofundados estudos de caracterização da situação das realidades em presença, em avaliações comparativas com as condições de concorrência nos mercados globais a curto, médio e longo prazo e, fundamentalmente, com o objectivo de proporcionar aos países, regiões ou sectores em estudo, as melhores condições para a majoração da geração de valor que permita que se afirmem com solidez e de um modo independente e o mais estável e autónomo possível face às condições de adversidade que as naturais dinâmicas dos mercados globais criam sistematicamente.

Nesta perspectiva, a abordagem à componente regional e territorial assume um papel determinante, por quanto só a partir dessa base territorial é que se poderão afirmar as indispensáveis condições de identidade nacional, tendo por base não apenas a geografia, mas igualmente a caracterização cultural das populações e a própria especialização económica adoptada, para desse modo criar os mecanismos de diferenciação das ofertas de Valor oriundas desse território ou País, nomeadamente através da sua associação a produtos inovadores e a marcas próprias.

Entenda como esta nossa Economia Nacional e Mundial.

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A recente globalização das trocas comerciais e dos serviços a nível global veio revelar as fragilidades do modelo de desenvolvimento dos países e das regiões, especialmente os mais periféricos e/ou de sub-desenvolvimento relativo, demonstrando a sua incapacidade para promover o desenvolvimento efectivo das regiões em questão, agora cada vez mais sujeitas à competição com outras regiões na captação dos recursos “motores” desses investimentos.

Este tema tem vindo a ser objecto de uma profunda e regular investigação realizada no âmbito da SaeR ao longo dos anos, nomeadamente centrada sobre os modelos económicos teóricos adequados à instalação de mecanismos saudáveis de desenvolvimento económico das regiões e países e, igualmente, a ser objecto da produção de diversos projectos de desenvolvimento, tanto de carácter regional como sectorial, realizados para o Estado Português e para diversos Estados da CPLP.

As metodologias de análise, diagnóstico e acção desenvolvidas na SaeR relativas a esta problemática fundamentam-se sempre, e para além de uma atitude da maior e mais absoluta independência face a quaisquer tipos de interesses, em aprofundados estudos de caracterização da situação das realidades em presença, em avaliações comparativas com as condições de concorrência nos mercados globais a curto, médio e longo prazo e, fundamentalmente, com o objectivo de proporcionar aos países, regiões ou sectores em estudo, as melhores condições para a majoração da geração de valor que permita que se afirmem com solidez e de um modo independente e o mais estável e autónomo possível face às condições de adversidade que as naturais dinâmicas dos mercados globais criam sistematicamente.

Nesta perspectiva, a abordagem à componente regional e territorial assume um papel determinante, por quanto só a partir dessa base territorial é que se poderão afirmar as indispensáveis condições de identidade nacional, tendo por base não apenas a geografia, mas igualmente a caracterização cultural das populações e a própria especialização económica adoptada, para desse modo criar os mecanismos de diferenciação das ofertas de Valor oriundas desse território ou País, nomeadamente através da sua associação a produtos inovadores e a marcas próprias.

Economia: Conheça a história do Dragão Adormecido que virou Potência Mundial.

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Ao longo da história da humanidade a China vez por outra sobe o pódio como potência.

Não é pra menos, a civilização chinesa é uma das mais antigas do mundo e a China tem dimensão continental, recursos naturais, climas variados e uma população de aproximadamente 1,34 bilhão de habitantes.

No século passado a China passou por um período conturbado até que a revolução comunista instalou em 1949 a República popular da China.

Enquanto a China seguiu a cartilha do comunismo sobreviveu com dificuldades internas como fome e miséria crônicos.

Em 1978, com a morte de Mao Tse-tung, Deng Xiaoping promoveu uma grande reforma na China transformando-a em economia mista, denominada socialismo de mercado.

Junto com as reformas econômicas foi implantada uma revolução no ensino com o objetivo de formar mão de obra especializada para alavancar o desenvolvimento e lançar a China na disputa pelo mercado internacional.

Atualmente a China é uma potencia nuclear e a segunda economia do mundo com um PIB de US$ 6,47 trilhão.

Com sua política de preços a China conquistou o mercado internacional e sem que ocidente se dê conta vai estrangular a economia global levando a uma crise de desfecho incerto.

É difícil prever este futuro, mas é certo que estamos diante de uma equação que não converge. Mais cedo ou mais tarde a crise virá.

O fato da China ter de alimentar 1,34 bilhão de indivíduos talvez seja um dos problemas mais graves. Se houver escassez de alimentos não há como evitar uma revolução e o caos. Para a China, segurança alimentar é questão de sobrevivência.

Tanto é verdade, que recentemente a China iniciou um programa de compra de terras no Brasil e na África para formar colônias agrícolas. A novidade é que na África usariam mão de obra de prisoneiros que trabalhariam literalmente por um prato de comida.

Na África a China já vinha impondo sua estrutura de trabalho semi escravo aos africanos, na exploração de recursos minerais.

Outro gargalo da China é a questão energética, pois o país não tem reservas de petróleo. Existe carvão mineral abundante, mas sua queima em termoelétricas é altamente poluente.

Para fechar um ciclo nefasto e baratear mais ainda a produção, a legislação ambiental na China praticamente inexiste.

O fato é que por razões diversas a China está alavancando sua indústria e seu desenvolvimento com base numa política altamente lesiva ao mundo.

Ao reduzir custos de produção sacrificando o meio ambiente e aviltando a mão de obra permitindo que trabalhadores trabalhem por pouco mais do que uma ração diária de alimentos, a China resolveu um problema interno, ganhou competitividade, mas desequilibra a economia global. Seus produtos se tornam muito baratos por concorrência desleal.

Onde quer que exista concorrência de produtos chineses, a indústria local quebra ou se rende e transfere-se para a China. A população global aplaude e consome cada vez mais. Nunca na história da humanidade ter e consumir foi tão barato.

Até este ponto não existe grande novidade.

A questão é que pelas razões descritas, aos poucos e em busca de competitividade ou aumento do lucro, a indústria ocidental está se transferindo voluntariamente para China. O ocidente está alimentando o dragão e parece não ter se dado conta.

A transferência de indústrias com todo seu ciclo produtivo e respectivas tecnologias para a China tem sido um caminho trilhado por grandes empresas e multinacionais.

Mas poucos se deram conta que estão matando a galinha dos ovos de ouro. A transferência do ciclo produtivo para a China tem diversas consequências lesivas aos países de origem.

A cada linha de produção que fecha num país e se muda para a China, pessoas ficam desempregadas numa ponta e mais chineses são empregados na outra.

Com isso as economias onde a produção se retrai entram num processo de estagnação. Se não há emprego, não há consumo e a economia não gira.

Mas existe uma questão mais grave. A transferência de linhas de produção fatalmente leva consigo tecnologia de ponta e conhecimento cujo desenvolvimento custou tempo de pesquisa e consumiu recursos, via de regra bancados por governos, universidades e pela própria indústria.

Aqueles que hoje desenvolvem pesquisa e depois instalam suas empresas na China estão doando conhecimento e alimentando o dragão. Estão poupando à China até do custo da espionagem industrial.

A China está se apropriando deste conhecimento sem pagar um único centavo e com este está se tornando uma economia cada vez mais forte a sufocar o mundo.

O capitalismo ocidental representado por empresários dirigentes de grande empresas e multinacionais, neste momento parece não perceber como a história vai terminar.

Governos obtusos tem tolerado a concorrência desleal da China e nada tem sido feito para impedir a evasão do conhecimento e de linhas de produção.

Não se pode esperar da massa popular global que nunca teve acesso ao consumo, que entenda as consequencias de comprar produtos chineses manufaturados a custo de dumping social e ambiental. Pedir a pobres que boicotem produtos chineses e deixem de consumir chega a ser desumano.

Cabe aos Estados soberanos zelar pelo futuro do bem estar social de seus cidadãos e em instância superior à Organização das Nações Unidas com seus diversos mecanismos, atuar com medidas mais severas, não permitindo que a China pratique concorrência tão desleal e lesiva ao mundo.

Cada produto vendido barato tem um custo adicional não repassado ao consumidor diretamente, que no futuro será cobrado com juros e correção. A conta será paga com sangue, suor, lágrimas e vidas, principalmente das populações mais pobres.

Quando todos acordarem do sonho de consumo e do lucro fácil, talvez seja tarde.

A China já é uma potência a deterior a sociedade global e acelerar a destruição do planeta.

O mundo precisa parar de consumir produtos chineses compulsivamente ou num futuro não muito distante, por questão de sobrevivência, todos terão que se igualar às condições de produção da China o que representaria um gigantesco retrocesso no conforto e bem estar social já conquistados.


Economia: Conheça a história do Dragão Adormecido que virou Potência Mundial.

Botão compacto
Ao longo da história da humanidade a China vez por outra sobe o pódio como potência.

Não é pra menos, a civilização chinesa é uma das mais antigas do mundo e a China tem dimensão continental, recursos naturais, climas variados e uma população de aproximadamente 1,34 bilhão de habitantes.

No século passado a China passou por um período conturbado até que a revolução comunista instalou em 1949 a República popular da China.

Enquanto a China seguiu a cartilha do comunismo sobreviveu com dificuldades internas como fome e miséria crônicos.

Em 1978, com a morte de Mao Tse-tung, Deng Xiaoping promoveu uma grande reforma na China transformando-a em economia mista, denominada socialismo de mercado.

Junto com as reformas econômicas foi implantada uma revolução no ensino com o objetivo de formar mão de obra especializada para alavancar o desenvolvimento e lançar a China na disputa pelo mercado internacional.

Atualmente a China é uma potencia nuclear e a segunda economia do mundo com um PIB de US$ 6,47 trilhão.

Com sua política de preços a China conquistou o mercado internacional e sem que ocidente se dê conta vai estrangular a economia global levando a uma crise de desfecho incerto.

É difícil prever este futuro, mas é certo que estamos diante de uma equação que não converge. Mais cedo ou mais tarde a crise virá.

O fato da China ter de alimentar 1,34 bilhão de indivíduos talvez seja um dos problemas mais graves. Se houver escassez de alimentos não há como evitar uma revolução e o caos. Para a China, segurança alimentar é questão de sobrevivência.

Tanto é verdade, que recentemente a China iniciou um programa de compra de terras no Brasil e na África para formar colônias agrícolas. A novidade é que na África usariam mão de obra de prisoneiros que trabalhariam literalmente por um prato de comida.

Na África a China já vinha impondo sua estrutura de trabalho semi escravo aos africanos, na exploração de recursos minerais.

Outro gargalo da China é a questão energética, pois o país não tem reservas de petróleo. Existe carvão mineral abundante, mas sua queima em termoelétricas é altamente poluente.

Para fechar um ciclo nefasto e baratear mais ainda a produção, a legislação ambiental na China praticamente inexiste.

O fato é que por razões diversas a China está alavancando sua indústria e seu desenvolvimento com base numa política altamente lesiva ao mundo.

Ao reduzir custos de produção sacrificando o meio ambiente e aviltando a mão de obra permitindo que trabalhadores trabalhem por pouco mais do que uma ração diária de alimentos, a China resolveu um problema interno, ganhou competitividade, mas desequilibra a economia global. Seus produtos se tornam muito baratos por concorrência desleal.

Onde quer que exista concorrência de produtos chineses, a indústria local quebra ou se rende e transfere-se para a China. A população global aplaude e consome cada vez mais. Nunca na história da humanidade ter e consumir foi tão barato.

Até este ponto não existe grande novidade.

A questão é que pelas razões descritas, aos poucos e em busca de competitividade ou aumento do lucro, a indústria ocidental está se transferindo voluntariamente para China. O ocidente está alimentando o dragão e parece não ter se dado conta.

A transferência de indústrias com todo seu ciclo produtivo e respectivas tecnologias para a China tem sido um caminho trilhado por grandes empresas e multinacionais.

Mas poucos se deram conta que estão matando a galinha dos ovos de ouro. A transferência do ciclo produtivo para a China tem diversas consequências lesivas aos países de origem.

A cada linha de produção que fecha num país e se muda para a China, pessoas ficam desempregadas numa ponta e mais chineses são empregados na outra.

Com isso as economias onde a produção se retrai entram num processo de estagnação. Se não há emprego, não há consumo e a economia não gira.

Mas existe uma questão mais grave. A transferência de linhas de produção fatalmente leva consigo tecnologia de ponta e conhecimento cujo desenvolvimento custou tempo de pesquisa e consumiu recursos, via de regra bancados por governos, universidades e pela própria indústria.

Aqueles que hoje desenvolvem pesquisa e depois instalam suas empresas na China estão doando conhecimento e alimentando o dragão. Estão poupando à China até do custo da espionagem industrial.

A China está se apropriando deste conhecimento sem pagar um único centavo e com este está se tornando uma economia cada vez mais forte a sufocar o mundo.

O capitalismo ocidental representado por empresários dirigentes de grande empresas e multinacionais, neste momento parece não perceber como a história vai terminar.

Governos obtusos tem tolerado a concorrência desleal da China e nada tem sido feito para impedir a evasão do conhecimento e de linhas de produção.

Não se pode esperar da massa popular global que nunca teve acesso ao consumo, que entenda as consequencias de comprar produtos chineses manufaturados a custo de dumping social e ambiental. Pedir a pobres que boicotem produtos chineses e deixem de consumir chega a ser desumano.

Cabe aos Estados soberanos zelar pelo futuro do bem estar social de seus cidadãos e em instância superior à Organização das Nações Unidas com seus diversos mecanismos, atuar com medidas mais severas, não permitindo que a China pratique concorrência tão desleal e lesiva ao mundo.

Cada produto vendido barato tem um custo adicional não repassado ao consumidor diretamente, que no futuro será cobrado com juros e correção. A conta será paga com sangue, suor, lágrimas e vidas, principalmente das populações mais pobres.

Quando todos acordarem do sonho de consumo e do lucro fácil, talvez seja tarde.

A China já é uma potência a deterior a sociedade global e acelerar a destruição do planeta.

O mundo precisa parar de consumir produtos chineses compulsivamente ou num futuro não muito distante, por questão de sobrevivência, todos terão que se igualar às condições de produção da China o que representaria um gigantesco retrocesso no conforto e bem estar social já conquistados.


domingo, 4 de setembro de 2011

Entenda como foi a reunião do Copom.

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As reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que decidem os rumos da inflação e o crescimento da economia brasileira, são secretas. Ninguém, além dos membros do Copom, pode acompanhar os encontros realizados por dois dias em duas salas diferentes na sede do BC, em Brasília.



A primeira parte da reunião, ocorrida na terça-feira, acontece em uma sala do oitavo andar do prédio do BC, onde os dirigentes começam a decidir a taxa básica de juros – a Selic, que baliza as taxas de juros praticadas pelo mercado.

A sala da segunda parte da reunião, que ocorre às quarta-feiras no 20º andar do BC, ainda é um segredo escondido a sete chaves – nunca foi fotografada.

Objetivos do Copom

Implementar a política monetária, definir a meta da taxa Selic e seu eventual viés, e analisar o “relatório de inflação”. Por lei, estes são os objetivos do Copom. Criado em 20 de junho de 1996, o comitê reúne-se oito vezes ao ano. Desde 21 de junho de 1999, com a implantação das metas para inflação, as decisões do Copom passaram a ter como objetivo cumprir as metas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Reuniões e integrantes

Os encontros do Copom acontecem em dois dias: a primeira reunião às terças-feiras e a segunda às quartas-feiras. Mensais desde 2000, o número de reuniões ordinárias foi reduzido para oito ao ano a partir de 2006.

Fazem parte do Copom o presidente do Banco Central, os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.

No primeiro dia do encontro, também participam da sessão os chefes de cinco departamentos do Banco Central e o chefe da Gerência-Executiva de Relacionamento com Investidores (Gerin). Também integram a primeira sessão três consultores e o secretário-executivo da Diretoria, o assessor de imprensa, o assessor especial e, sempre que convocados, outros chefes de departamento convidados a discorrer sobre assuntos de suas áreas.

Os chefes de departamento e o gerente-executivo apresentam uma análise da conjuntura econômica doméstica, com números sobre inflação, nível de atividade, evolução dos agregados monetários, finanças públicas, balanço de pagamentos, economia internacional, mercado de câmbio, reservas internacionais, mercado monetário, operações de mercado aberto, avaliação prospectiva das tendências da inflação e expectativas gerais para variáveis macroeconômicas.

Ata do Copom

No segundo dia da reunião – que conta apenas com a participação dos membros fixos do Copom e do chefe do Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep) -, os diretores de Política Monetária e de Política Econômica apresentam alternativas para a taxa de juros e fazem recomendações sobre a política monetária.

Em seguida, os demais membros do Copom fazem suas ponderações e apresentam eventuais propostas alternativas. Ao final, é realizada a votação das propostas, com a definição da meta para a taxa Selic e o viés, quando houver.

As atas do encontro são divulgadas às 8h30 da quinta-feira da semana posterior a cada reunião.

A cada trimestre (nos meses de março, junho, setembro e dezembro), o Copom publica o Relatório de Inflação, com uma análise da conjuntura econômica e financeira do País, e apresenta suas projeções para a taxa de inflação.





Entenda como foi a reunião do Copom.

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As reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que decidem os rumos da inflação e o crescimento da economia brasileira, são secretas. Ninguém, além dos membros do Copom, pode acompanhar os encontros realizados por dois dias em duas salas diferentes na sede do BC, em Brasília.



A primeira parte da reunião, ocorrida na terça-feira, acontece em uma sala do oitavo andar do prédio do BC, onde os dirigentes começam a decidir a taxa básica de juros – a Selic, que baliza as taxas de juros praticadas pelo mercado.

A sala da segunda parte da reunião, que ocorre às quarta-feiras no 20º andar do BC, ainda é um segredo escondido a sete chaves – nunca foi fotografada.

Objetivos do Copom

Implementar a política monetária, definir a meta da taxa Selic e seu eventual viés, e analisar o “relatório de inflação”. Por lei, estes são os objetivos do Copom. Criado em 20 de junho de 1996, o comitê reúne-se oito vezes ao ano. Desde 21 de junho de 1999, com a implantação das metas para inflação, as decisões do Copom passaram a ter como objetivo cumprir as metas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Reuniões e integrantes

Os encontros do Copom acontecem em dois dias: a primeira reunião às terças-feiras e a segunda às quartas-feiras. Mensais desde 2000, o número de reuniões ordinárias foi reduzido para oito ao ano a partir de 2006.

Fazem parte do Copom o presidente do Banco Central, os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.

No primeiro dia do encontro, também participam da sessão os chefes de cinco departamentos do Banco Central e o chefe da Gerência-Executiva de Relacionamento com Investidores (Gerin). Também integram a primeira sessão três consultores e o secretário-executivo da Diretoria, o assessor de imprensa, o assessor especial e, sempre que convocados, outros chefes de departamento convidados a discorrer sobre assuntos de suas áreas.

Os chefes de departamento e o gerente-executivo apresentam uma análise da conjuntura econômica doméstica, com números sobre inflação, nível de atividade, evolução dos agregados monetários, finanças públicas, balanço de pagamentos, economia internacional, mercado de câmbio, reservas internacionais, mercado monetário, operações de mercado aberto, avaliação prospectiva das tendências da inflação e expectativas gerais para variáveis macroeconômicas.

Ata do Copom

No segundo dia da reunião – que conta apenas com a participação dos membros fixos do Copom e do chefe do Departamento de Estudos e Pesquisas (Depep) -, os diretores de Política Monetária e de Política Econômica apresentam alternativas para a taxa de juros e fazem recomendações sobre a política monetária.

Em seguida, os demais membros do Copom fazem suas ponderações e apresentam eventuais propostas alternativas. Ao final, é realizada a votação das propostas, com a definição da meta para a taxa Selic e o viés, quando houver.

As atas do encontro são divulgadas às 8h30 da quinta-feira da semana posterior a cada reunião.

A cada trimestre (nos meses de março, junho, setembro e dezembro), o Copom publica o Relatório de Inflação, com uma análise da conjuntura econômica e financeira do País, e apresenta suas projeções para a taxa de inflação.